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História: Ranger 7 Envia Primeira Foto da Lua

sábado, julho 31, 2010 posted by sacani

À medida que a Ranger 7 se aproximava do impacto com a superfície lunar, ela tornou-se a primeira sonda a enviar para a Terra imagens do nosso satélite, durante a sua manobra. Mais de 4300 imagens foram feitas durante a sua descida até o seu alvo, o Mare Cognitum, ao sul da Cratera Copernicus.

A missão Ranger 7 foi a primeira missão de sucesso do projeto Ranger da NASA. Isso aconteceu a exatos 46 anos atrás no dia 31 de Julho de 1964.

Fonte:

http://www.jpl.nasa.gov/history/60s/Ranger1964_moon.htm

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Quatro Planetas no Crepúsculo

sábado, julho 31, 2010 posted by sacani

Essa impressionante foto do pôr-do-Sol foi feita do topo do vulcão Monte Lawu, a 3265 metros acima do nível do mar no dia 21 de Julho de 2010. A foto foi feita na direção oeste e na direção das luzes da cidade de Surakarta em Java Central na Indonésia. Dois outros picos de vulcões são visíveis, o Merapi a esquerda e o Merbabu todos eles compondo a imagem do horizonte colorido. Quatro planetas brilham no céu crepuscular. Se espalhando ao longo do plano da eclíptica estão Mercúrio, Vênus, Marte e Saturno juntamente com a brilhante estrela Regulus a estrela alfa da constelação de Leão. De fato esses quatro planetas ainda brilham juntos nos céus do oeste durante o crepúsculo, com Vênus, Marte e Saturno ficando mais próximos. Em 12 de Agosto de 2010, a lua crescente ainda fina passa a fazer parte da paisagem.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap100731.html

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Mesmo ainda estando em construção o IceCube Neutrino Observatory, instalado no pólo sul terrestre já está pronto para começar a apresentar resultados científicos – incluindo uma descoberta sobre um fenômeno que os telescópios não são apropriados para estudar.

O IceCube captura sinais das notoriamente alusivas, mas cientificamente fascinantes partículas subatômicas conhecidas como neutrinos. O telescópio foca nos neutrinos de alta energia que viajam através da Terra fornecendo informações sobre os eventos cósmicos mais distantes que existem, como supernovas e buracos negros na parte visível do espaço a partir do hemisfério norte.

Contudo, um dos desafio  de se detectar essas partículas relativamente raras é que os telescópios são constantemente bombardeados por outras partículas, incluindo muitas geradas por raios cósmicos que interagem com a atmosfera da Terra sobre a parte sul do céu. Para a maioria dos físicos as partículas detectadas pelo IceCube não passam de ruído de fundo, mas os pesquisadores Rasha Abbasi e Paolo Desiati da University of Winsconsin-Madison, com a colaboração de Juan Carlos Díaz-Vélez, reconhecem uma oportunidade nos dados dos raios cósmicos.

“O IceCube não foi construído para olhar os raios cósmicos. Raios cósmicos são considerados ruídos de fundo”, diz Abbasi. “Contudo, nós temos bilhões de eventos de fundo abaixo dos raios cósmicos que terminam sendo animadores”.

Abbasi viu um padrão incomum quando olhou para o mapa do céu da intensidade relativa de raios cósmicos detectados no hemisfério sul da Terra com um excesso de raios cósmicos detectados em parte do céu e um déficit em outra. Uma anisotropia similar também tem sido observada no hemisfério norte por experimentos anteriores, diz ela, mas as fontes ainda são um mistério.

“No começo não sabíamos o que esperar. A observação dessa anisotropia se estendendo para o céu do hemisfério sul é uma peça adicional do quebra-cabeça que cerca esse efeito enigmático – se é devido ao campo magnético que nos envolve ou se é efeito de uma remanescente de supernova próxima nós não sabemos”, disse Abbasi.

Uma possível explicação para esse padrão irregular é o efeito de um remanescente de explosão de uma supernova, como a remanescente da supernova relativamente recente da Vela, que tem sua posição coincidindo com um ponto de anomalia de raios cósmicos no mapa de anisotropia. O padrão de raiso cósmicos também revela mais detalhes sobre os campos magnéticos interestelares produzidos pelo movimento de gases ou de partículas carregadas próximo da Terra, que são difíceis de serem estudados e por essa razão não são bem compreendidos.

Atualmente “nós podemos prever alguns modelos, mas nós não podemos ter um conhecimento concreto do campo magnético em pequenas escalas”, diz Abbasi. “Seria realmente bom se tivéssemos, poderíamos então fazer grandes avanços nesse campo”.

A partir do momento que todos os sinais cósmicos próximos são influenciados pelos campos magnéticos interestelares, uma melhor imagem geral desses campos iria adicionar uma grande variedade de física e estudos astronômicos, diz ela, adicionando que os novos achados derrubam algumas teorias propostas sobre a fonte da anisotropia do hemisfério norte.

A equipe que trabalha com o IceCube está atualmente estendendo suas análises para melhorar o entendimento da anisotropia em uma escala de maior detalhe e então se aprofundar no entendimento das possíveis causas. Enquanto que o novo estudo publicado utiliza dados coletados em 2007 e 2008 usando apenas 22 detectores ópticos do telescópio IceCube, eles estão agora analisando dados de 59 e até 79 detectores. Quando estiver completo em 2011, um quilômetro cúbico da Antártica será coberto por 86 detectores contendo mais de 5000 sensores ópticos.

“Isso é muito animador pois com esse instrumento completo poderíamos com certeza entender a fonte dos raios cósmicos de alta energia”, encerra Abbasi.

Fonte:

http://www.news.wisc.edu/18256

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Os Pilares da Criação

sexta-feira, julho 30, 2010 posted by sacani

Fonte: http://astronomy.fm/aapod/

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Mistérios Sobre as Dunas de Titã Resolvidos

sexta-feira, julho 30, 2010 posted by sacani

Mudanças sazonais que de tempos em tempos revertem os padrões de vento na lua Titã de Saturno explicam a orientação dos campos de dunas do satélite.

As dunas em Titã estão localizadas dentro de uma faixa de 30 graus do equador, e possuem aproximadamente um quilômetro de largura por centenas de quilômetros de comprimento e em alguns casos chegam a ter 100 metros de altura. Dados coletados pela sonda Huygens da Agência Espacial Européia à medida que fez sua descida na espessa atmosfera de Titã em 2005, combinados com os princípios básicos da circulação atmosférica, sugerem que os ventos na superfície normalmente sopram de leste para oeste ao redor do equador do satélite. contudo, essa premissa contradiz as primeiras imagens das dunas de Titã, a orientação delas implica que os ventos dominantes deveriam soprar de oeste para leste.

O radar da sonda Cassini observa as dunas na lua gigante de Saturno Titã (imagem superior) que são parecidas com as dunas do deserto da Namíbia na Terra (imagem inferior). As feições brilhantes na imagem de radar não são nuvens, mas sim feições topográficas entre as dunas.

A resposta para esse paradoxo parece estar nas mudanças sazonais que afetam o satélite. Tetsuya Tokano da University of Cologne na Alemanha relatou em um recente artigo publicado na revista especializada Aeolian Research que rajadas de vento, persistem não mais do que dois anos varrendo a superfície da lua de oeste para leste, com muito mais intensidade do que a direção do vento que seria considerada normal.

“Foi difícil acreditar que existiriam ventos permanentes de oeste para leste como sugerem as aparências das dunas”, diz Tokano. “O dramático vento reverso típico de clima de monções ao redor do equinócio pode ser a chave para esse mistério”.

Tokano, chegou a essa conclusão analisando novamente um modelo de simulação computacional para a circulação atmosférica global de Titã e adicionou a esse modelo dados sobre a topografia do satélite baseados nas informações coletadas pela Cassini. Além de se focar nos padrões médios de vento ele estudou as variações dos padrões de ventos em pontos específicos. Equinócios que acontecem duas vezes em um ano de Titã (equivalente a 29 anos terrestres), parecem conter o que era até então o elo perdido. Durante esse período, o Sol brilha diretamente sobre o equador aquecendo e misturando a atmosfera que então reverte a direção dos ventos e os acelera. Um efeito similar é observado sobre o Oceano Índico na Terra, durante a transição das estações de monções.

Em Titã, os ventos reversos correm na superfície da lua a uma velocidade entre 1 e 1.8 metros por segundo, muito mais rápido do que os ventos que sopram de leste para oeste. “Essa é uma descoberta sutil, somente depois de termos alimentado o modelo com as estatísticas sobre o vento foi possível resolver esse paradoxo”, disse Ralph Lorenz, membro da equipe da Cassini que trabalha com os radares da sonda. “Esse trabalho está também preparando o terreno para futuras missões em Titã, pois com isso podemos ter uma melhor previsão dos ventos, intensidade e direção e então definir melhor locais de pousos de balões e sondas”.

Fonte:

http://www.astronomynow.com/news/n1007/30titan/

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Será um Novo Modelo Para o Big Bang?

sexta-feira, julho 30, 2010 posted by sacani

Enquanto existe um consenso científico de que o Big Bang é a melhor explicação para a origem do universo, existe um coro daqueles que duvidam dessa teoria crescendo entre a comunidade astrofísica, idéias essas lideradas pelo fascinante trabalho novo de Wun-Yi-Shu na National Tsing Hua University em Taiwan, que desenvolveu uma nova e inovadora descrição do universo onde as regras do espaço, tempo e massa são relacionadas em um novo tipo de relatividade.

A idéia de Shu é que o tempo e o espaço são entidades independentes mas podem ser convertidos entre eles. Na sua formulação da geometria do espaco-tempo, a velocidade da luz é simplesmente um fator de conversão entre os dois. Da mesma maneira massa e comprimento são intercambiáveis em uma relação onde o fato de conversão depende tanto da constante gravitacional G e da velocidade da luz, e nenhum deles precisam ser constantes. Em outras palavras, a medida que o universo se expande, massa e tempo são convertidos em comprimento e espaço e vice e versa, o mesmo ocorre quando o universo se contrai.

O universo do pesquisador Shu, não teve um início ou um fim, ele apenas alterna períodos de expansão e contração. De fato, Shu, mostra que as singularidades como o Big Bang não podem existir no nosso cosmos. Durante um período de expansão, um observador no universo de Shu veria um tipo estranho de mudança no desvio para o vermelho de objetos como as supernovas do Tipo-I, a medida que elas acelerassem. Em sua defesa, Shu diz que seus dados se ajustam exatamente as observações que os astrônomos têm feito na Terra.

Desde que a aceleração da expansão do universo foi descoberta, os cosmologistas têm realizado algumas bizarras transformações com as leis da física para fazer com que o modelo padrão continue funcionando. O fator X mais comumente discutido é que o universo está preenchido com uma energia escura que está forçando a expansão do universo em uma taxa que vai aumentando continuamente. Para esse modelo funcionar, a energia escura precisa preencher 75% da energia e da massa do universo e está aumentando em uma taxa fantástica, ignorando as leis de conservação de energia.

Com a teoria de Shu não é preciso abandonar as leis de conservação de energia. Contudo, ele se depara com um problema maior explicando a existência e a estrutura da radiação cósmica de micro-ondas de fundo, o chamado eco do Big Bang, algo que muitos astrofísicos acreditam ser a evidência mais forte de que ocorreu sim o Big Bang.

A abordagem de Shu, pode explicar as observações das supernovas do Tipo-I sem abandonar a conservação de energia, mas ela também nos dá uma noçnao do Big Bang, a constância da velocidade da luz para assim aceitar um novo e vasto conjunto de fenômenos potenciais relacionados as relações intercambiáveis entre massa, espaço e tempo.

O artigo do Shu, encontra-se aqui: http://tecnoscience.squarespace.com/arquivo/modelos-cosmologicos-que-no-usam-o-big-bang/

Fonte:

http://www.stumbleupon.com/su/1E2Mzp/www.dailygalaxy.com/my_weblog/2010/07/big-bang-never-happened.html/r:t

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Galeria de Imagens – 30 de Julho de 2010

sexta-feira, julho 30, 2010 posted by sacani

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Astrônomos fizeram imagens de uma anã marrom muito jovem, ou uma estrela de falha em uma órbita muito próxima ao redor de uma estrela como o Sol.

Uma equipe de pesquisadores internacionais liderada pela astrônoma Beth Biller e Michael Liu da Universidade do Havaí com a ajuda do astrônomo Laird Close da Universidade do Arizona e com os estudantes Eric Nielsen, Jared Males e Andy Skemer, fizeram essa descoberta rara usando o instrumento Near Infrared Coronographic Imager ou NICI acoplado ao Telescópio de 8 metros Gemini Sul no Chile.

O que faz essa descoberta especial é a proximidade entre a anã marrom com uma massa 36 vezes maior que Júpiter, chamada oficialmente de PZ Tel B e a estrela primária chamada de PZ Tel A. Elas estão separadas por somente 18 Unidades Astronônomicas, uma distância igual a distância que separa Urano do Sol.

A maioria das anãs marrons e dos seus sistemas planetários encontrados normalmente apresentam uma distância orbital maior que 50 UA, maior do que a órbita de Plutão que é de 40 UA.

Além da pequena separação, em apenas um ano os pesquisadores observaram a PZ Tel B se movendo rapidamente para longe da estrela principal.

Uma imagem antiga desse sistema feita sete anos atrás e analisada novamente por Laird Close, mostrou que a PZ Tel B foi obscurecida pelo brilho de sua estrela principal indicando que a órbita seja mais elíptica do que circular.

“Pelo fato da PZ Tel A ser uma estrela rara tanto pelo fato de ser jovem como o fato de estar próxima, ela foi fotografada inúmeras vezes no passado”, diz Close. “Então todos ficaram surpresos ao ver uma estrela companheira, pois todos imaginavam que ela era uma estrela solitária”.

A autora principal do trabalho Beth Biller diz, “A estrela PZ Tel B viaja em órbita particularmente excêntrica – nos últimos 10 anos ela já experimentou distâncias equivalentes aos planetas internos do sistema solar. Isso só pode ser explicado pelo formato da órbita altamente excêntrica com uma forma bem oval”.

A estrela hospedeira PZ Tel A, é uma versão mais jovem que o Sol, tendo massa similar ao sol mas somente 12 milhões de anos de vida, algo em torno de 400 vezes mais jovem que o Sol. De fato o sistema PZ Tel é jovem o suficiente para ainda possuir uma significante quantidade de poeira interestelar fria, que pode ter sido esculpida pela interação gravitacional entre a anã marrom e a sua companheira.

Isso faz com que o sistema PZ Tel seja um laboratório importante para estudar os estágios iniciais de formação do sistema solar. Com uma massa estimada de 36 vezes a massa de Júpiter, o movimento orbital da estrela PZ Tel B tem implicações significantes para que se forme um tipo de planeta no sistema.

Pelo fato da estrela PZ Tel B estar muito próxima da sua estrela principal, técnicas especiais são necessárias para distinguir a luz das estrelas de forma separada. A estrela PZ Tel B tem uma separação de 0.33 arcos de segundos da estrela PZ Tel A, o equivalente a observar uma moeda a uma distância de 11 km.

Para se fazer as imagens de estrelas tão próximas a equipe usou sistemas ópticos adaptativos acoplados ao coronógrafo com o objetivo de bloquear o excesso de luz e então aplicar técnicas de análise especializada para fazer a imagem que fosse possível detectar a estrela PZ Tel B e medir seu movimento orbital.

A estrela PZ Tel B foi descoberta usando o instrumento chamado Near Infrared Coronographic Imager, ou NICI, o instrumento de alto contraste mais poderoso já desenvolvido com o objetivo de realizar imagens de anãs marrons e sistemas planetários extrasolares. O NICI pode detectar companheiros um milhão de vezes mais apagados do que a estrela hospedeira em uma distância de 1 arco de segundo.

Uma equipe internacional de pesquisadores está utilizando o Telescópio Gemini atualmente para realizar uma pesquisa de 300 estrelas, a maior busca em alto contraste já conduzida até hoje.

O líder científico do NICI, Michael Liu diz: “Nós apenas começamos a colher informações sobre as várias configurações de sistemas solares ao redor de estrelas como o Sol. As habilidades únicas do NICI nos fornecem uma poderosa ferramenta para estudar os constituintes desses sistemas através de um imageamento direto”.

A descoberta da estrela PZ Tel B está descrita em um artigo que pode ser encontrado aqui: http://tecnoscience.squarespace.com/arquivo/descoberta-de-an-marrom/

Fonte:

http://uanews.org/node/33014

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A Frágil Beleza do Embrião de Uma Supernova

sexta-feira, julho 30, 2010 posted by sacani

A Nebulosa Crescente foi criada a 250000 anos atrás por uma estrela brilhante no centro, uma estrela do tipo Wolf-Rayet que tem seu destino traçado para se tornar uma supernova. A estrela massiva central sopra seu envelope externo por meio de poderosos ventos, ejetando o equivalente ao nosso Sol em massa a cada 10000 anos. Esse vento estelar impacta o gás ao redor deixado ali pela fase anterior, essa compactação ocorre aos poucos criando uma série de conchas que vão sendo iluminadas. A Nebulosa Crescente, também conhecida como NGC 6888 localiza-se a 4700 anos-luz de distância na constelação do Cisne. A estrela central, chamada de WR 136 provavelmente se tornará uma supernova no próximo milhão de anos.

Fonte:

http://www.stumbleupon.com/su/2KD6fk/www.dailygalaxy.com/my_weblog/2010/07/image-of-the-day-the-fragile-beauty-of-a-supernova-embryo.html/r:t

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Eclipse na Praia

sexta-feira, julho 30, 2010 posted by sacani

À medida que a sombra da Lua Nova desliza através do Oceano Pacífico em 11 de Julho de 2010, as pessoas se reúnem ao longo da praia de areia branca chamada Anakena Beach no lado norte da Ilha de Páscoa para então observar o eclipse total. A experiência foi capturada nessa composição de imagens construída com 50 exposições consecutivas. No centro está a totalidade do Sol com a sua coroa. Do ponto de observação bem definido, palmeiras aparecem com sua silhueta contra o céu escurecido. Além das paisagens naturais é possível ver também a silhueta das misteriosas estátuas monolíticas que estão presentes na ilha.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap100730.html

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