Archive for the ‘Geral’ Category
BOP Que Causou o Vazamento na Deepwater Horizon é Trazido a Superfície para ser Estudado
Com certeza não será fácil esquecer o que aconteceu com a plataforma de petróleo Deepwater Horizon no Golfo do México, além das vidas perdidas do prejuízo econômico para empresa envolvida, um desastre ecológico sem precedentes. Mas o que deu errado? Quem, ou melhor o que foi responsável por tudo isso?
Aqui é possível ver o famoso BOP, sigla para Blow Out Preventer, que nada mais é que um equipamento utilizado para prevenir blow outs em poços de petróleo, ou seja explosões.
Nas imagens aqui reproduzidas é possível ver o tamanho do equipamento e tentar entender um pouco o motivo da dificuldade de conter o vazamento. Esses equipamentos, como tudo na indústria do petróleo possuem tamanhos monstruosos, basta comparar com as pessoas ao redor do equipamento no momento que ele é içado para o navio plataforma Q4000. Esse equipamento, quando está em operação no fundo do mar suporta pressões altíssimas da ordem de 15000 psi.
O importante com a chegada desse equipamento ao navio é que todos os poços ligados a plataforma inclusive o poço onde ocorreu o vazamento está fechado e morto. A empresa BP em uma notificação a imprensa que ser encontrada aqui, garante que não existe mais risco de vazamento na região.
Abaixo pode-se conferir também um vídeo sobre a operação que içou o equipamento do fundo do Golfo do México. Com isso será possível estuar o BOP e entender o que realmente aconteceu. Um fim relativamente feliz para uma situação que em determinados momentos estava totalmente fora de controle.
Fonte:
Pequena Galeria de Vídeos – 4 de Setembro de 2010
Vídeo mostra imagens do Titanic.
Nasa testa foguete no deserto.
Iceberg Gigante Entra no Estreito de Nares
O satélite Envisat da Agência Espacial Européia (ESA) registrou a trajetória de progressão de um iceberg gigante que se soltou da geleira Petermmann na Groenlândia em 4 de Agosto de 2010. Essa animação aqui reproduzida mostra que o iceberg, o maior no hemisfério norte, está agora entrando no Estreito de Nares, um corredor de água que conecta o Mar de Lincoln e o Oceano Ártico com a Baía de Baffin.
A Geleira Petermann no norte da Groenlândia é uma das maiores geleiras do país – e até Agosto possuía uma língua de 70 km de gelo flutuante que se estendia dentro do mar. A geleira regularmente avançava em direção ao mar a uma taxa de 1 km por ano.
No início desse ano, imagens de satélite revelaram que algumas rachaduras tinham aparecido na geleira. As imagens de radar do Envisat mostraram que a língua de gelo estava intacta até 3 de Agosto, então no dia 4 de Agosto, uma grande fissura a desprendeu da geleira.
Desprendimento de icebergs da Geleira Petermann são bem comuns, mas com essa magnitude são raros. Eventos menos significantes aconteceram ali em 2001, em 2008 quando um iceberg de 27 quilômetros quadrados tomou seu caminho ao sul do Estreito de Davis e em 2009.
O iceberg tem aproximadamente 30 km de comprimento, 15 km de largura e cobre uma área de 245 quilômetros quadrados. No dia 22 de Agosto essa imensa massa de gelo tinha percorrido quase 22 km desde o seu local de origem.
Em 1 de Setembro imagens mostraram que o iceberg tinha viajado quase outros 6 km desde a borda da geleira e sofrido uma rotação na direção oeste, entrando no Estreito de Nares. A animação também mostra que o iceberg se choca com uma pequena ilha, que pode ter retardado uma maior progressão causando também uma ruptura no iceberg.
Espera-se que o iceberg em breve entre no Estreito de Nares, mas é claro isso depende dos ventos e das correntes que afetam o estreito, bem como dos pedaços de gelo presentes no mar que podem bloquear a sua trajetória.
A animação foi gerada a partir de 21 imagens do instrumento Advanced Synthetic Aperture Radar (ASAR) Wide Swath Mode a bordo do Envisat com uma resolução de 150m x 150m e três imagens do ASAR Image Mode com resolução de 30m x 30m.
Fonte:
Geoengenharia Para Controlar o Aquecimento Global
A Terra precisa de uma grande erupção vulcânica a cada 18 meses para poder controlar a temperatura no planeta e assim conter os efeitos do aquecimento global. A geoengenharia pode auxiliar nisso.
Um novo relatório da Academia Nacional de Ciências do EUA diz que reparar os danos causados pelo aquecimento global será algo extremamente complicado e com um custo sem precedentes.
Tratamentos severos para combater alguns dos efeitos do aquecimento global incluem a injeção de partículas de dióxido de enxofre semelhantes a uma gigantesca erupção do Monte Pinatubo a cada 18 meses na atmosfera para reduzir as temperaturas e prorrogar o derretimento das geleiras e o conseqüente aumento do nível dos oceanos, relata a revista The Ecologist. Outras opções da chamada geoengenharia incluem instalar espelhos no espaço e o reflorestamento. As abordagens de geoengenharia são de alto risco e levantam algumas questões sobre quais efeitos elas terão para o planeta deixando muitos cientistas e muitos políticos de certo modo tímidos para utilizá-las.
Fonte:
Mais um Tornado de Fogo
Semana passada foi no Brasil (http://cienctec.com.br/wordpress/?p=3915) agora nos EUA, aparentemente esse tipo de fenômeno é mais comum do que se pensa.
Esse fenômeno é uma grande demonstração de como o micro clima funciona. Imagine que começou um incêndio. À medida que o ar aquece acima do fogo ele começa um movimento ascendente, em certo momento esse movimento pode se tornar muito forte. Isso deixa um ponto de baixa pressão no fogo e o ar fora do incêndio entra nesse vazio para preenchê-lo. O ar é muito turbulento e à medida que o ar entra por um lado ele se choca com o ar do outro lado gerando assim o redemoinho. Esse mecanismo é amplificado por uma constante injeção de ar e a rotação em uma escala maior pode começar e se tornar sustentável. O redemoinho é abastecido pelo ar quente em movimento ascendente e a próxima etapa do mecanismo é a geração de um tornado de fogo.
No vídeo é possível ver como o tronado de fogo é estreito e completamente focado em um determinado ponto, mas é possível ver que o ar na parte de fora gira em uma velocidade menor, é isso mesmo? Sim, a resposta para isso vem de uma lei física chamada de conservação do momento angular, se você tem algo que gira e se contrai a taxa de rotação aumenta. A diminuição no raio do tornado aumenta a sua velocidade de rotação.
Esse fenômeno nós podemos observar a todos os instantes nas estrelas massivas onde o núcleo entra em colapso no fim de suas vidas. O núcleo se contrai e a sua rotação aumenta de forma drástica e assim temo as chamadas estrelas de nêutrons – para visualizar o fenômeno, vamos tentar imaginar um objeto com a massa do Sol comprimido em uma bola com alguns quilômetros de diâmetro e todo esse sistema girando literalmente mil vezes por segundo. O momento angular é realmente algo muito poderoso. E gera um efeito muito bonito. Em escalas gigantescas faz com que estrelas com toneladas de matéria entre em colapso formando um fluido mecânico quântico, e em escalas menores gera fenômenos meteorológicos como o tornado de fogo. A física realmente está presente em tudo na nossa vida.
Fonte:
Parabéns Scientific American!!
Há 165 anos, era lançada a primeira edição de uma das revistas de ciência mais importante do mundo a Scientific American.
Aqui está a nossa singela homenagem a esse veículo de comunicação que com certeza incentivou muito de nós durante os anos.
Parabéns!!!
Uma reprodução dessa histórica primeira edição pode ser encontrada aqui: http://tecnoscience.squarespace.com/arquivo/primeira-edico-da-scientific-american/
A Ilha de Quatro Montanhas
Os estranhos topos de vulcões cobertos de neve compõem a chamada Ilha das Quatro Montanhas, localizada na cadeia de ilhas Aleutas do Alaska e numa primeira vista parecem um mundo alienígena, nessa imagem aqui reproduzida e obtida pela câmera ASTER a bordo do satélite Terra da NASA.
As ilhas tem como principal morador o Monte Cleveland, um vulcão ativo atualmente sendo vigiado pois se ele emitir poeira poderia afetar o tráfego aéreo em partes da América do Norte. Observando em mais detalhe o Monte Cleveland, que aparece próximo ao centro da imagem, é possível ver vegetação, representada em vermelho na composição de bandas de freqüências, uma neve branca cobrindo o pico, uma pluma brilhante de gás e poeira e linhas negras onde a poeira e os detritos ou se depositaram ou fluíram. Milhões de vulcões provavelmente já foram ativos em toda a história turbulenta da Terra, atualmente existem 20 vulcões que podem entrar em erupção a qualquer momento na superfície do nosso planeta.
Fonte:
http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_1746.html
Fenômeno Raro no Brasil: Tornado de Fogo
Um raro redemoinho de fogo, também conhecido como tornado de fogo, apareceu de forma breve próximo a São Paulo no Brasil. O redemoinho de fogo do tornado foi registrado a poucos metros de uma estrada em São Paulo.
Quando existe um ar aquecido subindo e a convergência com o fogo, digamos um incêndio, um vortex pode acontecer. À medida que o ar aquecido do fogo se levanta, fortes correntes de ar causam o efeito de rotação na labareda dando a ela a forma de um tornado.
A seca severa que atravessa nossa cidade atualmente e os fortes ventos que atingem São Paulo têm criado as condições necessárias para que o redemoinho de fogo se forme. Não chove em São Paulo há muito tempo.
Confiram aqui o vídeo:
Royalties do Petróleo Financiarão Pesquisa Climática no Brasil
O Brasil irá destinar centenas de milhões de dólares resultado do lucro com a exploração de petróleo para pagar os esforços voltados para reduzir as emissões de carbono de modo a se adaptar às mudanças climáticas.
O fundo nacional do clima do Brasil, assinado como lei em 2009, irá receber 113 milhões de dólares no próximo ano, dizem as autoridades brasileiras, e ainda poderia ser gasto aproximadamente 500 milhões de dólares por ano, com aproximadamente metade do dinheiro vindo do royalties pago pela produção de petróleo.
Algumas nações em desenvolvimento incluindo a Indonésia e Bangladesh, tem estabelecido um fundo climático doméstico, mas o Brasil é o primeiro a financiar esse tipo de fundo com o dinheiro vindo da produção de petróleo. “Isso é algo novo pois eles enviam um sinal do preço através de taxas pelo combustível emitido”, disse Clifford Polycarp, um especialista em política e que faz parte do World Resources Institute sediado em Washington, D.C., e que trabalha com os mecanismos de financiamento climático.
O dinheiro será disponibilizado para pesquisas e estudos do impacto climático, à medida que o Brasil tenta mapear onde os efeitos serão maiores. O fundo também pagará para educar as pessoas sobre as potenciais mudanças no regime de chuvas e no clima em adição a esforços para reduzir a emissão de gases de efeito estufa.
Até agora, nações em desenvolvimento têm primeiramente rivalizado pelas maneiras como capturar fundos das nações mais ricas. Em 2008, por exemplo, o Brasil lançou o Fundo Amazônico com o objetivo de pagar pelos esforços para diminuir o desmatamento, que contribui com metade das emissões de carbono do país. Esse esforço é financiado por nações estrangeiras, incluindo 107 milhões de dólares dados pelo governo da Noruega.
Mas os donativos internacionais e os fundos climáticos como o Global Environment Facility das Nações Unidas têm sido muito lentos no processo de passar os recursos.
Isso faz com que países mais pobres comecem a buscar recursos próprios. Em Julho, por exemplo, a India lançou uma taxa de 1 dólar por tonelada de carvão produzido que pode fornecer 535 milhões de dólares para um fundo de energia verde.
“Nós não temos visto esse tipo de dinheiro vir de fontes internacionais, então os esforços indianos e brasileiro são razoáveis”, disse Polycarp.
O fundo brasileiro foi anunciado na última semana em um encontro internacional ocorrido na região do semi-árido a região mais pobre do nordeste brasileiro onde segundo as autoridades as mudanças climáticas irão aumentar tanto a seca como as inundações cada uma em seu período respectivo.
Fonte:
Seria Um Viajante do Tempo?
Como esse carro é legal! Grande capa retrô “The Automobile 1973” da revista Science & Invention uma das revistas técnicas mais famosa e popular de Hugo Gernsback publicada pela primeira vez em 1920. As edições de Agosto de 1923 e Agosto de 1924 são consideradas como sendo as duas primeiras revistas de ficção científica publicadas no século 20. O sucesso dessas duas edições levou Gernsback a publicar uma revista de ficção especializada, chamada Amazing Stories no início de 1926. A grande pergunta aqui é: Sendo a revista publicada na década de 1920, por que 1973?
Fonte:










