You are currently browsing the Ciência e Tecnologia blog archives for the day sexta-feira, julho 2nd, 2010.

Agenda

julho 2010
S T Q Q S S D
« jun   ago »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Twitter


135
Unique
Visitors
Powered By Google Analytics

Contador

clima

Archive for julho 2nd, 2010

Aquarela Cósmica

sexta-feira, julho 2, 2010 posted by sacani

Esta bela fotografia da região que rodeia a estrela R Coronae Australis foi criada através de imagens obtidas com o instrumento Wide Field Imager (WFI), no Observatório de La Silla do ESO, no Chile. R Coronae Australis situa-se na zona central de uma região de formação estelar próxima e encontra-se rodeada por uma delicada nebulosa de reflexão azulada embutida numa gigantesca nuvem de poeira. A imagem revela novos detalhes surpreendentes desta região do céu.

A estrela R Coronae Australis situa-se numa das mais próximas e mais espectaculares regiões de formação estelar conhecidas. A fotografia foi obtida pelo instrumento Wide Field Imager (WFI) montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros no Observatório de La Silla, no Chile. Esta imagem resulta da combinação de doze imagens diferentes obtidas com os filtros vermelho, verde e azul.

A imagem mostra uma zona do céu que cobre mais ou menos a área da Lua Cheia, o que corresponde a cerca de quatro anos-luz à distância a que se encontra a nebulosa, que é aproximadamente 420 anos-luz, na direcção da pequena constelação da Coroa Austral. O objeto toma o nome da estrela R Coronae Australis, que se situa no centro da imagem. É uma das várias estrelas nesta região que pertence à classe das estrelas muito jovens que variam em luminosidade e se encontram ainda rodeadas pelas nuvens de gás e poeira, a partir das quais se formaram.

A radiação intensa emitida por estas estrelas jovens quentes interage com o gás que as rodeia e, ou é reflectido ou re-emitido a um comprimento de onda diferente. Estes processos complexos, determinados pela física do meio interestelar e pelas propriedades das estrelas, são responsáveis pelas magníficas cores das nebulosas. A nebulosidade azul clara observada nesta imagem deve-se principalmente à reflexão da radiação estelar por pequenas partículas de poeira. As estrelas jovens deste objecto são semelhantes em massa ao Sol e não emitem radiação ultravioleta suficiente para ionizar uma fração substancial do hidrogênio envolvente. O que significa que a nuvem não brilha com a cor avermelhada característica, observada em tantas regiões de formação estelar.

A nebulosa de reflexão encontra-se embutida numa enorme nuvem de poeira, a qual é aqui observada com grande detalhe. As cores sutis e as texturas variadas das nuvens de poeira transformam esta imagem numa pintura impressionista. Uma estreita faixa escura proeminente atravessa a imagem deste o seu centro até ao lado inferior esquerdo. Nesta região a radiação visível emitida pelas estrelas em formação no interior da nuvem é totalmente absorvida pela poeira. Estes objectos poderão apenas ser detectados através de observações feitas a maiores comprimentos de onda, nomeadamente utilizando câmaras que permitem detectar a radiação infravermelha.

A própria R Coronae Australis não é visível a olho nu, mas a pequenina constelação em forma de tiara onde a estrela se situa é facilmente observável a partir de locais escuros devido à sua proximidade no céu com a grande constelação de Sagitário e as ricas nuvens de estrelas na direcção do centro da nossa própria galáxia, a Via Láctea.

Fonte:

http://www.eso.org/public/news/eso1027/

Technorati Tags: , ,

Saudações Lunares

sexta-feira, julho 2, 2010 posted by sacani

O astronauta John W. Young comandante da missão lunar Apollo 16 caminha na superfície lunar a medida que saúda a bandeira americana no local de pouso conhecido como Descartes. O astronauta Charles M. Duke Jr., piloto do módulo lunar fez essa foto aqui reproduzida. O módulo Lunar Orion está à esquerda. O Veículo Lunar está estacionado ao lado do módulo Orion e o objeto atrás de Young na sombra do módulo lunar é o Espectrógrafo/Câmera de Ultravioleta Distante. As Montanhas Stone dominam o cenário de fundo nessa imagem.

Fonte:

http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_1704.html

Technorati Tags: , ,

Galáxias Unidas Por Uma Corrente

sexta-feira, julho 2, 2010 posted by sacani

As galáxias NGC 5216 (acima) e a NGC 5218 realmente parecer estar conectadas por uma corrente. Claro, essa corrente é um rastro cósmico de gás, poeira e estrelas que possui aproximadamente 22000 anos-luz de comprimento. Também conhecido como sistema de Keenan (pela descoberta) e Arp 104, o interessante par de galáxias está localizado a 17 milhões de anos-luz de distância da Terra na constelação da Ursa Maior. O rastro de partículas que as une, com a extensão em forma de vírgula da NGC 5218 e com os braços distorcidos da NGC 5216, é uma consequência da força de gravidade mútua. A força de gravidade destrói a medida que elas se aproximam uma da outra durante o baile que executam no céu. Separados por bilhões de anos, os encontros entre galáxias resultam numa fusão formando como resultado uma única galáxia. Esses espetaculares encontros são atualmente entendidos como sendo parte normal do processo de evolução das galáxias, e pode acontecer até mesmo com a nossa via Láctea.


Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap100702.html

Technorati Tags: ,

75667 páginas visualizadas, 657 hoje
34533 visitas, 248 hoje
FireStats icon Produzido pelo FireStatsBetter Tag Cloud