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Anomalia de Temperatura na Superfície Terrestre – Julho 2010
Uma onda de calor “fritou” o leste dos Estados Unidos no início de Julho de 2010, provável crise energética, trânsito lento, evacuação de lares e os residentes da Costa Leste se protegendo em centros de resfriação de acordo com os noticiários. As temperaturas atingiram os 105 graus Fahrenheit (41 graus Celsius) em Baltimore por dois dias consecutivos. A onda de calor foi um fenômeno global. Pequim também experimentou calor próximo do recorde e as temperaturas chegaram a atingir 122 graus Fahrenheit (50 graus Celsius) no Kuwait.
Esse mapa global aqui reproduzido mostra o mapa de anomalias de temperatura para o período entre 4 e 11 de Julho de 2010, comparado com as temperaturas nos mesmos períodos de 2000 até 2008. As anomalias são baseadas na temperatura da terra observadas pelo Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) a bordo do satélite Terra da NASA. As áreas com temperatura acima da média aparecem em vermelho e laranja e áreas com temperaturas abaixo da média aparecem em azul. Oceanos, lagos e áreas com dados insuficientes (normalmente pela presença de nuvens) aparecem em cinza.
Uma faixa vermelha brilhante pode ser vista cruzando a costa leste americana. Temperaturas mais quentes também ocorrem no Canadá, partes da Europa, Sibéria e leste da China. O pedaço mais evidente de temperaturas acima da média aparecem ao norte do Mar Cáspio. Nem todas as áreas são atingidas pelo calor, temperaturas abaixo do normal são vistam em grande parte da América do Norte e partes da Eurasia.
Pelo fato dessa imagem mostrar anomalias de temperatura e não a temperaturas absolutas, nem todas as áreas em vermelho são mais quentes que as áreas em azul. Por exemplo, a região em vermelho ao norte do Canadá não é mais quente que a área que aparece em azul no norte do México. Embora tons vermelhos predominem ao longo da costa do meio Atlântico, as temperaturas absolutas são mais quente na região em laranja no sudoeste americano. Normalmente condições de temperatura mais quentes predominam na América do Sul, mas no mês de julho quando foi feita a imagem o hemisfério sul está no inverno.
Ondas de calor muitas vezes iniciam um debate sobre o aquecimento global, mas é importante considerar não somente uma onda de calor como evidência de mudanças climáticas de grande escala; ondas de calor podem e ocorrem em qualquer tipo de clima. Contudo com o aquecimento climático espera-se que aumente as ondas de calor. Normalmente temperaturas mais quentes em Maio e Junho de 2010 continuaram com uma tendência de aquecimento, principalmente pronunciada no Ártico.
A seção chamada Earth Observatory’s Global Maps fornece uma animação mensal da temperatura na superfície de Fevereiro de 2000 até hoje. (http://earthobservatory.nasa.gov/GlobalMaps/view.php?d1=MOD11C1_M_LSTDA#)
Fonte:
Galáxias no Rio
Grandes galáxias crescem pelo fato de devorarem galáxias menores. Mesmo a nossa galáxia pratica esse canibalismo galáctico, absorvendo pequenas galáxias que chegam perto demais e são então capturadas pela gravidade da Via Láctea. De fato, essa prática é comum no universo e pode ser ilustrada por essa imagem que mostra esse par de galáxias interagindo provenientes da constelação do hemisfério sul Eridanus (O rio). Localizada a mais de 50 milhões de anos-luz de distância, a maior, a espiral distorcida NGC 1532 é vista como estando amarrada por uma corrente gravitacional com a galáxia anã NGC 1531, com certeza, a galáxia menor será destruída em alguns milhões de anos. Vista de frente a espiral NGC 1532 se espalha por 100000 anos-luz. Bem detalhada por essa imagem em alta resolução o para de galáxias NGC 1532/1531 acredita-se ser similar ao sistema de galáxia e sua pequena companheira bem estudado conhecida como M51.
Fonte:
http://apod.nasa.gov/apod/ap100717.html
Rosa Urbana
A Nebulosa da Roseta é uma região grande e circular localizada próximo da fronteira da gigantesca nuvem molecular da constelação de Monoceros na Via Láctea. O aglomerado aberto NGC 2244 é fortemente associado com a nebulosidade, as estrelas do aglomerado se formaram a partir da matéria da nebulosa.
O aglomerado e a nebulosa estão localizados a aproximadamente 5200 anos-luz de distância da Terra e mede 130 anos-luz de diâmetro. A radiação proveniente de estrelas jovens excita os átomos na nebulosa fazendo com ela irradie, produzindo a emissão que observamos aqui da Terra.
Fonte:





