Archive for julho 25th, 2010
Teria o Universo 150 Bilhões de Anos?
Uma equipe de astrônomos Britânicos e Húngaros relatou que o universo é atravessado por no mínimo 13 “Grandes Paredes”, aparentemente rios de galáxias com 100 Mpc de comprimento em um domínio de sete bilhões de anos. Eles encontraram aglomerados de galáxias espaçados por distâncias de 600 milhões de anos-luz que atravessam um quarto do diâmetro do universo, ou aproximadamente sete bilhões de anos-luz. Para que essas enormes estruturas se formassem seriam necessários aproximadamente 150 bilhões de anos, com base na velocidade de movimento, se elas fossem produzidas pelo modelo cosmológico atual do Big Bang.
A descoberta das Grandes Paredes de galáxias e dos aglomerados em filamentos de matéria galáctica tem trazido grande tristeza à noção que a matéria galáctica deveria estar uniformemente distribuída. Se o universo começou com o Big Bang há 13.7 bilhões de anos, o tamanho dessas estruturas de grande escala é frustrado, pois aparentemente não existiria tempo suficiente para que objetos tão massivos se formassem e se tornassem organizados. Está posta a polêmica.
Fonte:
Atividade Solar Detectada pelo SDO
Visão detalhada de uma região de atividade intensa no Sol em 9 de Julho de 2010, a imagem mostra uma atividade magnética que tem como conseqüência a produção de uma pequena labareda solar, que explode em direção ao espaço. A imagem foi feita pelo instrumento AIA do SDO no comprimento de onda de 171 Angstron do extremo ultravioleta. Os finos arcos observados são na verdade partículas se espiralando ao longo das linhas do campo magnético acima da região ativa. As imagens foram feitas em preto e branco com a coloração falsa adicionada para identificar qual instrumento foi usado durante a observação.

Já essa outra imagem mostra o campo magnético HMI em azul e laranja indicando as polaridades opostas alinhado com o canal AIA 171 no extremo do ultravioleta. A justaposição entre os canais e comprimentos de onda registrados pelo SDO tem uma eficiência especial principalmente quando o objetivo é mostrar os arcos que observamos em luz UV emergindo de regiões que possuem um campo magnético forte.
Para acompanhar os resultados obtidos pelo SDO em tempo real, basta visitar sua página na internet, o endereço é: http://sdo.gsfc.nasa.gov/




