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A Expedição 31 Se Prepara Pará o Lançamento

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

O foguete Soyuz é visto na imagem acima através do monitor de uma câmera de vídeo, momentos antes do Comandante da Soyuz Gennady Padalka e os Engenheiros de Voo Joseph Acaba e Sergei Revin chegarem a bordo do foguete no Cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão para o seu voo que está levando essa tripulação rumo a ISS.

O trio deve se acoplar ao módulo Poisk Mini-Research Module da ISS às 12:38 a.m. Da quinta-feira fazendo com que a Expedição fique completa com seus seis membros.

Fonte:

http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2249.html

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O Voo Brilhante do Cisne

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

Mais conhecida como um cisne que bate suas asas através da noite, a constelação de Cygnus é um conjunto de estrelas facilmente visível no céu de verão do hemisfério norte. Essa imagem, mostra a região de formação de estrelas conhecida como Cygnus-X e foi feita pelo Telescópio Herschel e destaca a caótica rede de poeira e gás que aponta os locais onde estrelas massivas estão se formando. Essa imagem combina dados do infravermelho distante adquiridos nos comprimentos de onda de 70 mícron (correspondente ao canal azul); 160 mícron (correspondente ao canal verde); e 250 mícron (correspondente ao canal vermelho). As observações para a geração dessa imagem foram feitas em 24 de Maio de 2010 e 18 de Dezembro de 2010.

O Herschel é uma missão da Agência Espacial Europeia que possui instrumentos científicos fornecidos por um consórcio de institutos europeus e com importante participação da NASA.

Fonte:

http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2248.html

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O Engenheiro de Voo da NASA, Joseph Acuba, o Comandante Russo da Soyuz Gennady Padalka e o Engenheiro de Voo Sergei Revin, decolaram rumo a Estação Espacial Internacional às 11:01 p.m EDT (00:01, hora de Brasília), 9:01 a.m. hora de Baikonur do dia 15 de Maio de 2012 desde o Cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão.

Acaba, Pedalka e Revin estão programados para acoplarem a sua nave, uma Soyuz TMA-04M ao módulo Poisk da ISS às 12:38 a.m dessa quinta-feira, dia 17 de Maio de 2012. Eles irão se juntar ao Comandante da Expedição 31 Oleg Kononenko da Agência Espacial Federal Russa e aos Engenheiros de Voo Don Petit da NASA e Andrá Kuipers da ESA que estão a bordo do laboratório espacial desde 23 de Dezembro de 2011. Os seis astronautas e cosmonautas trabalharão juntos na ISS por aproximadamente dois meses. O vídeo acima mostra o lançamento e os momentos iniciais do voo dos tripulantes da nave Soyuz rumo à estação.

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A Espetacular Nebulosa da Estrela Binária AB7

terça-feira, maio 15, 2012 posted by sacani

A imagem acima mostra a AB7, uma das maiores nebulosas localizada nas Nuvens de Magalhães, duas galáxias satélites da nossa Via Láctea. AB7 é uma estrela binária que consiste de uma estrela WR, uma estrela massiva altamente desenvolvida e uma estrela massiva de meia idade companheira e do tipo espectral O.

Essas estrelas excepcionais geram ventos estelares muito fortes, eles continuamente ejetam partículas energéticas, como o vento estelar do nosso Sol, mas entre 10 e 1000 vezes mais intensamente do que a nossa estrela. Esses poderosos ventos exercem uma enorme pressão no material interestelar ao redor e formam de maneira forçada nuvens em bolhas, que podem ser visíveis claramente na imagem acima em coloração azul.

A AB7 é particularmente destacável, a imensa nebulosa associada indica que essa estrela é uma das se não a mais quente estrela do tipo WR conhecida com uma temperatura superficial que excede os 120000 graus. Um pouco fora dessa nebulosa, uma pequena rede de filamentos verdes é visível, esses filamentos são na verdade partes remanescentes de uma outra explosão de supernova.

Fonte:

http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2012/05/image-of-the-day-a-massive-star-in-the-hell-region-of-a-satellite-galaxy-of-the-milky-way.html

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A Cratera Vibidia em Vesta

terça-feira, maio 15, 2012 posted by sacani

Essa imagem feita com a câmera de enquadramento da sonda Dawn está centrada na cratera Vibidia, que tem aproximadamente 10 quilômetros de diâmetro. Existe uma distinta distribuição de material brilhante e escuro ao redor da cratera Vibidia. Existem raios brilhantes que se estendem por aproximadamente 15 quilômetros em um padrão circular ao redor da Vibidia. Esses raios cortam crateras mais velhas e algumas crateras mais jovens que se formaram no topo delas. Os raios escuros estão na sua maior parte dentro da cratera e alguns se estendem por distâncias menores para fora do anel da cratera.

Essa imagem mostra a região localizada no Quadrante Tuccia do Vesta e o centro da imagem localiza-se nas coordenadas 26.6 graus de latitude sul e 220.4 graus de longitude leste. A sonda Dawn, obteve essa imagem com sua câmera de enquadramento através do seu filtro limpo no dia 21 de Outubro de 2011. A distância entre a sonda Dawn e a superfície do asteroide Vesta no momento da imagem era de 700 quilômetros no momento em que a imagem foi feita e a resolução da imagem é de 70 metros por pixel. Essa imagem foi adquirida durante a fase HAMO, ou seja, High Altitude Mapping Orbit, da missão da sonda Dawn em Vesta.

Fonte:

http://dawn.jpl.nasa.gov/multimedia/imageoftheday/image.asp?date=20120312

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A Bela Galáxia NGC 891

terça-feira, maio 15, 2012 posted by sacani

Visível na constelação de Andrômeda, a NGC 891 está localizada a aproximadamente 30 milhões de anos-luz de distância da Terra. O Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA virou seu vasto campo da Advanced Camera for Surveys em direção a essa galáxia espiral e fez essa imagem detalhada da metade norte da galáxia. O bulbo central da galáxia está fora da imagem na parte inferior esquerda.

A galáxia se espalha por aproximadamente 100000 anos-luz e é vista de lado, revelando seu espesso plano de poeira e gás interestelar. Enquanto inicialmente se pensava que ela parecia com a nossa Via Láctea se fosse vista de lado, pesquisas mais detalhadas revelara a existência de filamentos de poeira e gás escapando do plano da galáxia em um halo por mais de centenas de anos-luz. Eles podem ser claramente vistos aqui contra o brilhante plano de fundo do halo da galáxia, expandindo no espaço a partir do disco da galáxia.

Os astrônomos acreditam que esses filamentos sejam o resultado da ejeção de material devido à supernovas ou intensa atividade de formação estelar. Ascendendo quando elas nascem, ou explodindo quando elas morrem, as estrelas geram poderosos ventos que podem soprar a poeira e o gás por mais de centenas de anos-luz no espaço.

Algumas estrelas em primeiro plano pertencentes à Via Láctea brilham de forma intensa na imagem, enquanto distantes galáxias elípticas podem ser vistas na parte inferior direita da imagem.

A NGC 891 é parte de um pequeno grupo de galáxias que se mantêm juntos pela gravidade.

Uma versão dessa imagem entrou na competição conhecida como Hubble’s Hidden Treadures Image PRocessing Competition pelo participante Nick Rose. O Hidden Treasures é uma iniciativa de convidar entusiastas da astronomia para buscar no arquivo do Hubble, imagens espetaculares que nunca tinham sido vistas pelo público em geral.

Fonte:

http://www.spacetelescope.org/images/potw1220a/

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Fluxo de Arrasto de Regolito Identificado em Mercúrio

terça-feira, maio 15, 2012 posted by sacani

Essa imagem de altíssima resolução mostra o interior de uma cratera do hemisfério norte de Mercúrio. Perto da base da parede norte da cratera, nós podemos ver uma sútil linha curva, indicada na imagem acima pelas setas. A linha representa a borda de um lobo do material que provavelmente tem se formado pelo lento movimento do regolito solto descendo pelas partes mais íngremes da parede da cratera pela ação da gravidade. Os geólogos se referem a esse tipo de movimento como fluxo de arrasto.

Fonte:

http://messenger.jhuapl.edu/gallery/sciencePhotos/image.php?page=1&gallery_id=2&image_id=847

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Um Mega Mosaico do Aglomerado de Galáxias Coma-Virgo

terça-feira, maio 15, 2012 posted by sacani

A imagem acima é um mega mosaico do aglomerado de galáxias Coma-Virgo como foi observado desde o Observatório New Forest perto de Brockenhurst, Reino Unido. Esse revelador mosaico compreende mais de 40 horas de exposição total, feita durante um período de 4 anos, tanto a imagem colorida à esquerda como a imagem em preto e branco negativa à direita. O centro do aglomerado Coma-Virgo está localizado a aproximadamente 60 milhões de anos-luz de distância. Um pequeno telescópio é necessário para ver mesmo as maiores galáxias desse aglomeras, que se localiza na direção das constelações de Virgo e Coma Berenices. Entre as galáxias mostradas na imagem acima, pode-se citar, a M58, localizada na parte inferior esquerda perto da borda da imagem, a M89, espiral na parte central esquerda, M90, no canto superior esquerdo, e a M100, a espiral na parte superior direita. Na parte central inferior abaixo e um pouco para a esquerda da corrente curva de galáxias de Markarian, no centro, está a famosa M87, a gigantesca galáxias elíptica Smoking Gun. O brilhante objeto parecido com uma estrela à esquerda da M87 é um asteroide. Se você olhar em detalhe na imagem em preto e branco você pode detectar mais de 100 galáxias entre espirais e elípticas.

Fonte:

http://epod.usra.edu/blog/2012/05/coma-virgo-mega-mosaic.html

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Crateras MESSIER & Messier A. (autor: Tolentino)

Cratera MESSIER   – Dimensões: 12 Km X 8 Km.   Profundidade: 1,3 Km. Coordenadas –  Lat: 1.9o S, Long: 47.6o E.  

Cratera Messier A  - Dimensões: 13 Km X 11 Km. Profundidade: 1.5 Km. Coordenadas –  Lat: 2.0o S, Long: 46.8o E. 

A cratera MESSIER foi “batizada” em homenagem a Charles Messier, astrônomo e caçador de cometas do Séc XVIII, nascido na França (1730 – 1817). Descobriu 16 cometas e editou um catálogo de “objetos de céu profundo” em 1771 (conhecido como Catálogo Messier), originalmente com os 103 objetos mais brilhantes do céu noturno, visto por ele do hemisfério norte.

A dupla de crateras de impacto MESSIER e Messier A formam um alvo muito interessante !

Foto: MESSIER e Messier A fotografadas pela Missão Apollo 11 – NASA.

São crateras jovens, que se mantiveram quase nas suas formas originais, ou seja, nas formas da época de quando foram criadas, pois sofreram pouco com a degradadação causada por desmoronamentos de suas paredes internas, novos impactos ou movimentos sísmicos.

São difícies de encontrar na Lua, crateras que mantiveram sua forma original. Isso porque as crateras jovens e grandes, sofreram muito com a queda de escombros e deslizamentos de material das paredes internas, que ocorriam logo após os impactos que as criaram. Esses efeitos colaterais provenientes dos impactos criadores, na maioria das vezes, apagavam completamente as paredes e borda da cratera de impacto original.

Mas, MESSIER e Messier A reteram, quase inalterada, a sua forma original. Em outras palavras, elas são “puras”. Por esta razão, as formações dessas crateras merecem um estudo mais detalhado. 

Uma coisa interessante sobre essa dupla é que elas quase nunca repetem a mesma visão ao telescópio, devido ao fenômeno de libração (movimento de “balanceio” da Lua, que proporciona a visão de uma pequena parte de sua face oculta, na região de suas bordas).

As crateras MESSIER e Messie A possuem forma elíptica, com o maior eixo de MESSIER estendendo-se ao longo da direção de seu impacto inicial.

Já Messier A tem seu eixo maior perpendicular ao eixo maior de MESSIER. É um arranjo realmente muito estranho. As duas crateras não são coaxiais !

Foto: NASA.

À primeira vista, a cratera MESSIER parece ter a forma de uma elipse perfeita. Porém, num estudo com imagens mais próximas feitas pela missão Apollo 11, MESSIER mostra-se mais largo na extremidade leste. 

Existe uma fina e longa faixa de material derretido marcada no piso estreito interior (ao longo do eixo maior) de MESSIER, causada pelo impacto que a criou. Estudos apontam que a faixa não é constituída de lava basáltica, pois MESSIER é muito mais jovem do que a época que ocorreram os fluxos de lava.

Foto: Cratera MESSIER - Apollo 11 – NASA.

Mesmo em imagens da Missão Apollo não há nenhum sinal de material proveniente de desmoronamento das paredes internas no chão de seu piso. Também, as encostas íngremes de Messier permanecem intactas. É uma formação que surpreendentemente manteve seu caráter primitivo. 

A cratera Messier A, por outro lado, é uma formação muito complexa. Já foi muito defendido que Messier A seria uma sobreposição de duas ou até três crateras de diferentes idades. Mas, as imagens da Missão Apollo, mostram outros exemplos de proporções menores, desse estranho tipo de cratera.

Enfim, parece certo que, Messier A é o resultado de um impacto único, porém num ângulo baixo. 

Foto: Cratera Messier A - Apollo 11 – NASA.

Um exemplo desse tipo estranho de formação de cratera, seria a pequena cratera secundária Cyrillus A, localizada na parede interna da cratera Cyrillus, onde o corpo que gerou o impacto de sua criação, bateu forte na inclinação do terreno.

Existe o consenso entre os cientistas de que as crateras MESSIER e Messier A foram resultantes dos impactos de dois corpos distintos, ambos com cerca de 500m de diâmetro, atingindo a superfície com pelo menos 5 graus de inclinação. 

As crateras MESSIER estão entre os alvos interessantes que possuem formações de características estranhas na superfície da Lua, visíveis através de telescópios amadores !

Foto da Lua Cheia com apenas 1 frame em 06‎ de ‎maio‎ de ‎2012, ‏‎00h48m.

Foto das crateras MESSIER e Messier A com apenas 1 frame em 10‎ de ‎março‎ de ‎2012, ‏‎01h11m.

Telescope & Câmera:

SkyWatcher DOB 12″ Collapsible; 

Celestron Ultima 2X Barlow; 

ORION StarShoot Solar System Color Imaging Camera III.

Não Deixem de visitar a internet o site oficial do Observatório Lunar Vaz Tolentino onde é possível encontrar centenas de imagens da Lua, além de muitas informações sobre astronomia e ciência em geral. Visitem: www.vaztolentino.com.br.

Fonte:

www.vaztolentino.com.br

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Preparando o VLT Para Imagens Ainda Mais Nítidas

terça-feira, maio 15, 2012 posted by sacani

Esta fotografia mostra um dos telescópios que compõem o Very Large Telescope (VLT), o telescópio 4 (UT4, sigla do inglês), enquanto esteve recentemente nas mãos dos engenheiros do ESO. O telescópio foi rodeado por uma série de andaimes temporários, que faziam parte das preparações para a instalação da nova Infraestrutura de Óptica Adaptativa (AOF, sigla do inglês). Este processo vai converter o UT4 num telescópio completamente adaptativo. A AOF corrigirá os efeitos de imagens difusas e indefinidas devido à atmosfera terrestre e permitirá a obtenção de imagens muito mais nítidas por parte dos instrumentos HAWK-I e MUSE.

Estão a ser acrescentados ao UT4 muitos componentes novos que fazem parte da AOF. Entre eles encontra-se o espelho secundário deformável (DSM, sigla do inglês): um espelho muito fino, com 1,1 metros de diâmetro mas apenas 2 milímetros de espessura. O espelho é suficientemente fino para se deformar facilmente sob a ação de mais de mil atuadores, mais de mil vezes por segundo, de modo a contrabalançar as distorções devidas à atmosfera. O DSM é o maior espelho adaptativo construído até o momento (ann12015). Outro elemento vital é a Infraestrutura de Estrela Guia Laser 4 (4LGSF) – composta por quatro telescópios especiais que disparam raios laser para a alta atmosfera, criando assim estrelas artificiais [1] (ann12012). Finalmente, os módulos de óptica adaptativa GRAAL e GALACSI serão responsáveis por analisar a radiação que nos chega de volta das estrelas guia laser.

Esta fotografia mostra um engenheiro do ESO supervisionando o trabalho que está a ser executado no UT4. Para permitir um completo acesso ao telescópio, a célula do espelho primário foi temporariamente removida. Foram igualmente removidos vários cabos e tubos , tendo sido instalados outros novos. Correias de montagem foram adicionadas em preparação para a instalação dos gabinetes de eletrónica do 4LGSF e dos telescópios de lançamento.

Notas

[1] Os raios laser excitam uma camada de átomos de sódio a uma altitude de 90 quilômetros na atmosfera, fazendo com que estes brilhem como estrelas artificiais. 

Crédito:

ESO

Fonte:

http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1220a/

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