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A Nebulosa da Tarântula

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

A maior e mais violenta região de formação estrelas conhecida em todo o Grupo Local de Galáxias localiza-se na nossa galáxia vizinha da Grande Nuvem de Magalhães. A imagem acima mostra a Nebulosa da Tarântula na distância de Nebulosa de Orion, uma região de formação de estrelas local. Também conhecida como 30 Doradus, o gás rosa e vermelho indica uma massiva nebulosa de emissãoo, embora partes remanescentes de supernovas e nebulosas escuras também existam nesse local. O nó brilhante de estrelas à esquerda do centro  é chamado de R136 e contém muitas das estrelas mais massivas, quentes e brilhantes que são conhecidas. A imagem acima é considerada um dos maiores mosaicos já criados com observações do Hubble e tem revelado detalhes sem precedentes dessa enigmática região de formação de estrelas. A imagem acima foi lançada para comemorar os 22 anos do Telescópio Espacial Hubble em órbita.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap120516.html

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A Bela Galáxia NGC 891

terça-feira, maio 15, 2012 posted by sacani

Visível na constelação de Andrômeda, a NGC 891 está localizada a aproximadamente 30 milhões de anos-luz de distância da Terra. O Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA virou seu vasto campo da Advanced Camera for Surveys em direção a essa galáxia espiral e fez essa imagem detalhada da metade norte da galáxia. O bulbo central da galáxia está fora da imagem na parte inferior esquerda.

A galáxia se espalha por aproximadamente 100000 anos-luz e é vista de lado, revelando seu espesso plano de poeira e gás interestelar. Enquanto inicialmente se pensava que ela parecia com a nossa Via Láctea se fosse vista de lado, pesquisas mais detalhadas revelara a existência de filamentos de poeira e gás escapando do plano da galáxia em um halo por mais de centenas de anos-luz. Eles podem ser claramente vistos aqui contra o brilhante plano de fundo do halo da galáxia, expandindo no espaço a partir do disco da galáxia.

Os astrônomos acreditam que esses filamentos sejam o resultado da ejeção de material devido à supernovas ou intensa atividade de formação estelar. Ascendendo quando elas nascem, ou explodindo quando elas morrem, as estrelas geram poderosos ventos que podem soprar a poeira e o gás por mais de centenas de anos-luz no espaço.

Algumas estrelas em primeiro plano pertencentes à Via Láctea brilham de forma intensa na imagem, enquanto distantes galáxias elípticas podem ser vistas na parte inferior direita da imagem.

A NGC 891 é parte de um pequeno grupo de galáxias que se mantêm juntos pela gravidade.

Uma versão dessa imagem entrou na competição conhecida como Hubble’s Hidden Treadures Image PRocessing Competition pelo participante Nick Rose. O Hidden Treasures é uma iniciativa de convidar entusiastas da astronomia para buscar no arquivo do Hubble, imagens espetaculares que nunca tinham sido vistas pelo público em geral.

Fonte:

http://www.spacetelescope.org/images/potw1220a/

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Muitas galáxias espirais possuem barras que cruzam os seus centros. Mesmo na nossa Via Láctea acredita-se que exista uma barra modesta. Mostrada acima está a galáxia espiral NGC 1672, que possui uma proeminente barra central, e que foi registrada com detalhes espetaculares pelo Telescópio Espacial Hubble. Visível na imagem acima estão os escuros filamentos escuros formados pelas linhas de poeira, os jovens aglomerados de estrelas azuis, as nebulosas de emissão vermelhas formadas por gás hidrogênio brilhante, uma longa barra espiral brilhante de estrelas através do centro e um núcleo ativo brilhante que provavelmente é o lar de um buraco negro supermassivo. A luz leva cerca de 60 milhões de anos para chegar até a Terra quando é emitida da NGC 1672, que se espalha por 75000 anos-luz de diâmetro. A NGC 1672 que aparece na direção da constelação de Dorado, está sendo estudada para que se possa descobrir como uma barra espiral contribui para o processo de formação de estrelas nas regiões centrais da galáxia.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap120513.html

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Hubble Observa Galáxia Anã Com Nebulosa Brilhante

quinta-feira, maio 10, 2012 posted by sacani

O Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA fez observações detalhadas da galáxia anã NGC 2366. Embora essa galáxia não possua os belos e elegantes braços espirais de muitas das grandes galáxias, a NGC 2366 é o lar de uma brilhante nebulosa de formação de estrelas e é está localizada próximo o suficiente da Terra para que os astrônomos possam discernir as estrelas de forma individual.

A mistura estelar cruza essa imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble é a parte central da galáxia anã NGC 2366. A feição mais óbvia nessa galáxia é uma grande nebulosa que pode ser observada na parte superior direita da imagem, um objeto listado com um número um pouco anterior que o da galáxia como NGC 2363.

O redemoinho amarelado próximo não é de fato parte da nebulosa. Esse objeto é uma galáxia espiral localizada muito mais distante, que tem a luz enviada diretamente através da NGC 2366. Isso é possível pois as galáxias não são objetos sólidos. Embora nós possamos enxergar as galáxias devido às brilhantes estrelas que as constituem, de fato existe um espaço enorme entre essas estrelas. A imagem de alta resolução do Hubble  ilustra isso perfeitamente, as estrelas são pequenos pontos de luz envoltos por toda a escuridão do espaço.

Os esplêndidos objetos interconectados NGC 2366 e NGC 2363 estão localizados a aproximadamente 10 milhões de anos-luz de distância da Terra na constelação de Camelopardalis (A Girafa). Como uma galáxia anã, o tamanho da NGC 2366 está no mesmo patamar do que as duas principais galáxias anãs e satélites da Via Láctea conhecidas como a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães. Como as nuvens de Magalhães, a falta de uma estrutura bem definida da NGC 2366 leva os astrônomos a classificarem esse tipo de objeto como uma galáxia irregular.

Embora a NGC 2366 possa ser pequena para os padrões galácticos, muitas de suas estrelas não são, e a galáxia é o lar de numerosas estrelas azuis gigantescas. Os pontos azuis espalhados através da galáxia contam para os astrônomos sobre as explosões de formação de estrelas que estão acontecendo na galáxia no tempo cósmico recente. Uma nova geração desses titãs estelares iluminou a nebulosa NGC 2363.

Em regiões de formação de estrelas rica em gás, a radiação ultravioleta das estrelas jovens, grandes e azuis excitam o gás hidrogênio, fazendo com que ele brilhe. A NGC 2363, bem como outros pedaços menores vistos na imagem do Hubble server como o último local de formação dos gigantes estelares.

Imageadas através dos filtros verde e infravermelho, essas nebulosas possuem uma tonalidade azulada nessa imagem, apesar da cor verdadeira ser avermelhada.

Essa imagem foi produzida a partir de dois campos adjacentes observados pela Advanced Camera for Surveys do Hubble. O campo de visão tem aproximadamente 5.5 arcos de minuto de diâmetro o que corresponde a pouco mais de um quinto do diâmetro da Lua Cheia. Embora seja comparativamente grande para os padrões das imagens do Hubble, a NGC 2366 é muito apagada para ser observada a olho nu.

Fonte:

http://www.spacetelescope.org/news/heic1207/

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Essa paisagem de material derretido mostra a cratera de impacto Tycho e está entre os lugares de aparência mais violentos da Lua. Mas os astrônomos não apontaram o Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA para a Lua para estudar a cratera Tycho. A imagem foi feita para ajudar na preparação da observação do trânsito de Vênus no disco do Sol que acontecerá no dia 5 (ou 6 dependendo do lugar na Terra onde você estiver) de Junho de 2012.

O Hubble não pode olhar para o Sol diretamente, então os astrônomos estão planejando apontar o telescópio para a Lua e usá-la como espelho para registrar a luz do Sol ali refletida. Durante o trânsito uma pequena fração da luz passará através da atmosfera de Vênus e impresso nessa luz os astrônomos esperam descobrir marcas dos constituintes atmosféricos do planeta.

Essas observações irão imitar uma técnica que já está sendo usada para amostrar a atmosfera de planetas gigantes fora do Sistema Solar que passam, ou seja, que transitam em frente a suas estrelas. No caso ddas observações do trânsito de Vênus os astrônomos já sabem a composição química da sua atmosfera e que não mostra nenhum sinal de vida. Mas eles podem usar o evento para testar se a técnica desenvolvida até então tem a chance de detectar a assinatura de uma atmosfera muito apagada de um planeta parecido com a Terra ao redor de outra estrela.

Essa imagem mostra uma área de aproximadamente 700 quilômetros de diâmetro, e revela feições lunares de aproximadamente 170 metros de diâmetro. A grande feição perto da parte superior da imagem é a cratera de impacto propriamente dita, causada pela colisão de um asteroide a aproximadamente 100 milhões de anos atrás. O rastro brilhante que aparece irradiando da cratera foi formado pelo material ejetado da área de impacto durante a colisão do asteroide. A Tycho tem aproximadamente 80 km de largura e é circulada por um anel de material que atinge 5 km de altura acima do interior da cratera.

Pelo fato dos astrônomos só terem uma chance de observar o trânsito, eles precisam planejar cuidadosamente como o estudo será realizado. Parte do planejamento incluiu essas observações de testes da Lua realizadas no dia 11 de Janeiro de 2012.

Essa é a última vez nesse século que os observadores poderão ver o planeta Vênus passar em frente ao Sol, a próxima oportunidade será somente em 2117.

A imagem acima foi produzida pela Advanced Camera for Surveys do Hubble. Uma estreita faixa ao longo do centro, e pequenas partes na parte superior esquerda da imagem não foram imageadas pelo Hubble durante essas observações e foram completadas com dados de resolução mais baixa obtidos a partir de observações telescópicas feitas do solo terrestre.

Fonte:

http://www.spacetelescope.org/images/potw1219a/

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No Olho Turbulento De Um Aglomerado de Galáxias

segunda-feira, maio 7, 2012 posted by sacani

Essa imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA poderia num primeiro momento parecer um pedaço do céu normal. Mas ao se aproximar da parte central de um aglomerado de galáxias, uma das maiores estruturas do Universo, é como se estivéssemos olhando no olho de um furacão.

Os aglomerados de galáxias são grandes grupos formados por dezenas e até mesmo centenas de galáxias, que estão de certa forma unidas pela gravidade. As galáxias algumas vezes se posicionam tão perto umas das outras e a força gravitacional é tão forte que elas podem ser destorcidas ou até mesmo partes de matéria podem ser arrancadas quando elas colidem.

Esse aglomerado em particular, conhecido como Abell 1185 é um aglomerado caótico. Galáxias de vários tamanhos e formatos estão derivando numa distância muito próxima e perigosa entre elas. Algumas delas já foram até mesmo distorcidas seriamente com matéria sendo arrancada deixando rastros de matéria para trás. Elas têm formado uma forma interessante conhecida como The Guitar localizada fora da cena mostrada acima.

O Abell 1185 está localizado a aproximadamente 400 milhões de anos-luz da Terra e se espalha por um milhão de anos-luz de diâmetro. Algumas das galáxias elípticas que formam o aglomerado são visíveis nos cantos da imagem, mas na sua maioria, as pequenas formas elípticas observadas na imagem acima são galáxias bem mais distantes localizadas no plano de fundo, um plano que representa uma região muito mais tranquila do universo.

Fonte:

http://www.spacetelescope.org/images/potw1218a/

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No Centro da Nebulosa Omega

domingo, maio 6, 2012 posted by sacani

Nas profundezas das nuvens escuras de poeira e gás molecular conhecidas como Nebulosa Omega, as estrelas estão se formando de forma contínua. A imagem acima feita pela Advanced Camera for Surveys do Telescópio Espacial Hubble mostra detalhes impressionantes dessa famosa região de formação de estrelas. Os filamentos de poeira escura que laçam o centro da Nebulosa Omega foram criados na atmosfera das estrelas gigantes e frias e nos detritos de explosões de supernovas. As tonalidades azul e vermelha nascem do gás brilhante aquecido pela radiação emitida por estrelas massivas próximas. Os pontos de luz são as próprias estrelas jovens, algumas delas mais brilhantes do que 100 Sóis. Glóbulos escuros marcam sistemas aindam mais jovens, onde as nuvens de gás e poeira estão agora condensando para formar estrelas e planetas. A Nebulosa Omega localiza-se a aproximadamente 5000 anos-luz de distância da Terra na direção da constelação de Sagittarius. A região mostrada acima tem um raio aproximado equivalente a 3000 vezes o diâmetro do Sistema Solar.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap120506.html

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Imagem Detalhada da Galáxia M106

quinta-feira, maio 3, 2012 posted by sacani

Perto do Grande Urso (Ursa Major) e circundada pelas estrelas dos cães de caça (Canes Venatici), foi descoberta em 1781 pelo astrônomo métrico francês Pierre Mechain essa maravilha celeste. Mais tarde ela foi adicionada ao catálogo de seu amigo e colega Charles Messier como sendo o objeto de número 106, recebendo o codinome de M106. Imagens feitas por telescópios modernos revelam que esse objeto é na verdade uma das chamadas ilhas do universo: uma galáxia espiral que tem aproximadamente 30000 anos-luz de diâmetro e localiza-se a aproximadamente 21 milhões de anos-luz além das estrelas da nossa Via Láctea. Juntamente com proeminentes linhas de poeira e um brilhante núcleo central, essa imagem composta e colorida destaca a juventude dos aglomerados azuis de estrelas e os berçários estelares avermelhados que traçam os braços espirais da galáxia. O retrato de alta resolução da galáxia é na verdade um mosaico gerado com imagens do telescópio espacial Hubble, dados esses obtidos por meio da câmera ACS, juntamente com imagens coloridas obtidas por telescópios em Terra. A M106, também chamada de NGC 4258 é um exemplo próximo de uma classe de galáxias ativas conhecidas como galáxias Seyfert, e que são visíveis no espectro desde as ondas de rádio até os raios-X. Galáxias ativas energéticas usam como combustível a matéria que cai dentro do seu buraco negro central.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap120503.html

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Nos Domínios de Uma Estrela Moribunda

segunda-feira, abril 30, 2012 posted by sacani

O Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA tem estado sempre na ponta tecnológica e científica no que diz respeito à pesquisa com relação à vida de estrelas como Sol. No final de suas vidas, essas estrelas esgotam todo o seu combustível nuclear na fase que é chamada de nebulosa protoplanetária ou pré-planetária. Essa imagem do Hubble mostra a Nebulosa do Ovo em uma das melhores visões desse objeto até o momento, que retrata essa fase breve porém dramática da vida das estrelas.

Durante a fase de nebulosa pré-planetária, o calor remanescente de uma estrela de certa idade que aparece no centro da nebulosa aquece e excita o gás fazendo-o brilhar por alguns milhares de anos. O período de vida curto da nebulosa pré-planetária significa que existem relativamente poucas delas em um determinado momento de vida do universo. Além disso, elas são muito apagadas, o que faz com que seja necessário a utilização de poderosos telescópios para que possamos vê-las. Essa combinação de raridade com baixo brilho significa que elas foram descobertas há relativamente pouco tempo. A Nebulosa do Ovo, a primeira a ser descoberta, foi registrada pela primeira vez há menos de 40 anos atrás, e muitos aspectos dessa classe de objetos continua envolto em um grande mistério.

No centro da imagem, e escondida pela espessa nuvem de poeira, está a estrela central da nebulosa. Embora os cientistas não podem ver a estrela diretamente, eles podem ver sim quatro feixes de luz que se originam na estrela e brilham através da nebulosa. Os pesquisadores criaram a hipótese que os buracos em forma de anel no espesso casulo de poeira, cavados pelos jatos provenientes da estrela fazem com que os feixes de luz possam emergir através da nuvem outrora opaca. O mecanismo preciso pelo qual os jatos estelares produzem esses buracos não é conhecido, mas uma explicação seria que esse é um sistema binário de estrelas, ao invés de ser formado por uma única estrela, no centro da nebulosa.

A estrutura de camadas parecida com uma cebola da nuvem de gás mais difusa ao redor do casulo central é gerada pelas explosões periódicas de material que está sendo ejetado da estrela moribunda. As explosões ocorrem normalmente a cada algumas centenas de anos.

Essa imagem é produzida a partir de exposições feitas no comprimento de luz visível e infravermelha usando para isso a Wide Field Camera 3 do Hubble.

Fonte:

http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2235.html

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Hubble Espia Dentro De Uma Nuvem Estelar

quinta-feira, abril 26, 2012 posted by sacani

Estrelas brilhantes, cintilando através do que parece ser uma névoa no céu noturno, pertencem como parte de um jovem agrupamento estelar localizado em um das maiores regiões conhecidas de formação de estrelas da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea. A imagem acima foi capturada pela Wide Field Planetary Camera 2 do Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais ESA e NASA.

O agrupamento estelar, conhecido pelos caçadores estelares como NGC 2040 ou LH 88, é um aglomerado estelar solto onde as estrelas tem uma origem comum e vagam unidas pelo espaço. Existem três diferentes tipos de associações estelares definidas por suas propriedades estelares. O NGC 2040 é uma associação do tipo OB, um agrupamento que contém entre 10 e 100 estrelas do tipo O e B, essas são estrelas de grande massa que possuem uma vida curta porém brilhante. Acredita-se que a maior parte das estrelas na Via Láctea nasceram em associações do tipo OB.

Uma versão dessa imagem entrou na competição Hidden Treasures Images Processing Competition do Hubble por Eedresha Sturdivant. O Hidden Treasures é uma iniciativa de se convidar entusiastas de astronomia a pesquisarem o arquivo do Hubble atrás de imagens espetaculares que nunca tinham sido antes vistas pelo público em geral.

Fonte:

http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2232.html

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