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As Areias da Argélia
Essa imagem feita pelo satélite Ikonos-2 mostra o terreno arenoso e rochoso do deserto do Saara na parte oeste da Argélia.
Sendo o maior país da África, a Argélia tem 90% do seu território coberto pelo deserto do Saara. Grandes depósitos de petróleo e de gás natural na subsuperfície do Saara contribuem para posicionar a Argélia como um dos melhores países do continente africano.
Em sua totalidade o deserto do Saara se estende do Oceano Atlântico até o Mar Vermelho e é centrado ao redor do Trópico de Câncer. Ele é o maior deserto quente do mundo cobrindo uma área de aproximadamente nove milhões de quilômetros quadrados englobando partes da Argélia, Chad, Egito, Libia, Mali, Mauritania, Marrocos, Niger, Tunisia e Sudão.
Com o Mar Mediterrâneo a quase 500 quilômetros de distância, a cidade mais perto da área mostrada nessa imagem é Taghit na província algeriana de Béchar.
A economia de Taghit é baseada n agricultura e no turismo. Os viajantes são levados a passeios nas grandes dunas de areia da região, que é a principal característica do Grand Erg Occidental do Saara. A região recebe menos de 25 cm de chuva por ano.
Inaugurado em 2007, o Taghit National Park foi estabelecido para ajudar a para o avanço do deserto do Saara e para proteger a vida selvagem da região. O projeto tem por objetivo exercer uma vigilância florestal, restaurar a fauna destruída, renovar o plantio de acácias e reflorestar a área degradada.
A imagem acima foi adquirida no dia 23 de Abril de 2008 e tem uma resolução espacial de 4 metros e foi adquirida, como já dito no início, pelo satélite comercial Ikonos-2.
A ESA apoia a missão do Ikonos-2 e é parceira na missão, usando a infraestrutura de terra e seus especialistas para processarem e distribuírem os dados do satélite para usuários de toda a comunidade científica.
Fonte:
A Terra do Espaço – Uma Imagem Histórica
A costa oeste da África ao longo do Oceano Atlântico é mostrada na imagem acima, imagem que representa a primeira imagem feita pelo instrumento MERIS do satélite Envisat a aproximadamente uma década atrás.
Essa semana, o Envisat celebra dez anos em órbita. O Medium Resolution Imaging Spectrometer, ou MERIS, a bordo do satélite foi desenvolvido para medir a cor do mar nos oceanos e nas áreas costeiras, embora ele tenha sido usado para uma grande variedade de aplicações no decorrer dos anos.
O Envisat carrega dez sensores, coletando imagens e outros dados sobre a parte terrestre da Terra, oceanos, atmosfera, temperatura e cobertura de gelo.
O primeiro conjunto de dados do satélite em Março de 2002 foi adquirido via a estação de Kiruna na Suécia e processado no estabelecimento ESRIN da ESA na Itália e outros centros através da Europa.
Nessa primeira imagem do MERIS adquirida em 22 de Março de 2002, um deserto totalmente seco faz divisa direta com um oceano cheio de vida. Ao sul, uma alta concentração de fito plâncton foi detectada ao longo das costas do Senegal, de Gambia e Guiné-Bissau.
Os pequenos e unicelulares fitoplânctons têm um papel fundamental na cadeia alimentar marinha. Basicamente eles convertem a luz do Sol, e o dióxido de carbono e nutrientes em carboidratos, carboidratos esses que sustentam toda a vida no oceano.
Na maior parte dos oceanos da Terra, a concentração de fitoplâncton é extremamente baixa. Contudo, em algumas áreas específicas como a mostrada acima, o oceano se torna rico em minerais resultado da mistura das águas superficiais do oceano com as águas profundas.
As regiões de pesca mais importantes podem ser encontradas nessas áreas anômalas de concentração de fitoplâncton. Mudanças climáticas têm um efeito na intensidade e na posição geográfica dessas áreas, o que, por sua vez, tem importantes consequências para a indústria pesqueira e para aqueles que dependem dessa indústria.
O que também é evidente nessa imagem é a transição da terra seca do deserto na parte norte, passando para uma savana, e uma vegetação tropical no sul, região essa que recebe mais chuva. O MERIS pode monitorar o uso da terra que leva a um aumento da erosão e da perda de solo.
Fonte:
http://www.esa.int/esaEO/SEMXU95Y1ZG_index_0.html
Imagem Blue Marble da Terra É Feita Pelo Satélite Suomi NPP
Observem na acima uma das mais detalhadas imagens da Terra já criadas. Essa montagem conhecida como Blue Marble da Terra foi criada a partir de fotografias feitas pelo instrumento Visible/Infrared Imager Radiometer Suite, ou VIIRS que viaja na órbita da Terra a bordo do satélite Suomi NPP e mostra detalhes espetaculares do nosso planeta. O satélite Suomi NPP foi lançado em Outubro de 2011 e foi renomeado na última semana em homenagem a Verner Suomi normalmente considerado o pai da meteorologia por satélite. A composição foi criada a partir de dados obtidos durante quatro órbitas do satélite feitas no início do mês de Janeiro de 2012 e projetadas sobre um globo. Muitas feições da Améria do Norte e do hemisfério ocidental da Terra são particularmente visíveis na versão maior da imagem. Como já foi dito aqui anteriormente várias outras imagens do tipo Blue Marble da Terra foram criadas, algumas até com resolução maior que essa. Algumas dessas imagens e um pouco da história sobre a Blue Marble você encontra aqui: http://earthobservatory.nasa.gov/Features/BlueMarble/BlueMarble_history.php
Fonte:
Terra – Uma Bolinha Azul: NASA Lança A Mais Recente Versão da Imagem Blue Marble da Terra
Antes de falarmos sobre a imagem acima, um pouco de história. The Blue Marble, ou como traduzido pelo wikipedia, A Bolinha Azul é uma famosa fotografia da Terra tirada em 7 de Dezembro de 1972 pela tripulação da nave espacial Apollo 17 a uma distância de aproximadamente 55.000 quilômetros. É uma das imagens fotográficas existentes mais amplamente distribuídas.
Oficialmente, a NASA credita a imagem a toda a tripulação da Apollo 17 — Eugene A. Cernan, Ronald E. Evans e Harrison H. Schmitt — todos tirando fotografias durante a missão, com uma câmara Hasselblad. Posteriormente, Schmitt alega que foi o autor desta imagem famosa, embora a identidade do fotógrafo não possa ser confirmada.
“A Bolinha Azul” foi a primeira imagem nítida de uma face iluminada da terra. Publicada no auge do ativismo ambiental durante os 1970s, a imagem foi vista por muitos como um retrato da fragilidade da Terra, vulnerável e isolada no espaço. O arquivista da NASA, Mike Gentry, supõe que “A Bolinha Azul” seja a imagem mais distribuída na história da humanidade.
Várias imagens similares da Terra que se seguiram (incluindo imagens compostas, em definição muito mais elevada) também foram denominadas de “Bolinha Azul” e a expressão “Bolinha Azul” (assim como a própria imagem) são usadas frequentemente pelas organizações de activismo ambiental ou por companhias que tentam promover uma imagem de consciência ambiental.
Dito isso, podemos entender melhor a imagem acima. Essa imagem Blue Marble, ou Bolinha Azul foi feita pelo instrumento VIIRS que viaja a bordo do satélite recentemente lançado da NASA para observaçãoo da Terra, o Suomi NPP. Essa imagem, é uma composição de várias outras e usa um grande número de registros da superfície da Terra feitos no dia 4 de Janeiro de 2012. O satélite NPP recebeu o seu novo nome, ou seja, Suomi NPP no dia 24 de Janeiro de 2012 em homenagem a Verner E. Suomi da Universidade do Wisconsin.
O Suomi NPP é um satélite de pesquisa e observação da Terra, e é considerado o primeiro satélite de uma nova geração que irá observar as muitas faces do nosso planeta em constante alteração.
O Suomi NPP carrega a bordo cinco instrumentos. O maior deles e o mais importante é o chamado The Visible/Infrared Imager Radiometer Suite ou VIIRS que foi responsável por essa bela imagem do nosso planeta.
A última vez que a NASA havia lançado uma foto Blue Marble da Terra foi em 2010. Essa imagem de 2012 é muito melhor que a anterior. A imagem original tem 8000 x 8000 pixels e pode ser baixada do seguinte endereço: http://www.flickr.com/photos/gsfc/6760135001/in/photostream/.
Fontes:
http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2159.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Bolinha_Azul
Satélite da NASA Identifica a Formação de Uma Nova Ilha na Terra
Em Dezembro de 2011, uma nova ilha vulcânica começou a se formar no Mar Vermelho, acompanhada por fontes de lava que atingiam 30 metros de altura. No dia 14 de Janeiro de 2012 quando o instrumento Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer (ASTER), que viaja a bordo do satélite Terra da NASA capturou a imagem da esquerda, a ilha claramente mostrava uma cratera central, similar às ilhas ao redor e bem acima das alturas das ondas. A imagem da direita foi feita pelo Google Earth e mostra a área antes da criação dessa nova ilha. Essa região é parte do Rift do Mar Vermelho onde as placas tectônicas, Árabe e Africana estão se separando. A imagem cobre uma área de 5.6 por 9.3 quilômetros e está localizada nas coordenadas 15.1 graus de latitude norte e 42.1 graus de longitude leste.
Com suas 14 bandas espectrais que cobrem o espectro desde a região do visível até o infravermelho térmico e com uma resolução espacial de 15 a 90 metros, o as imagens que o ASTER faz da Terra monitoram as mudanças que ocorrem na superfície do nosso planeta. O ASTER é um dos cinco instrumentos de observação da Terra que foram lançados em 18 de Dezembro de 1999 a bordo do satélite Terra da NASA. O instrumento foi construído pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão. Uma equipe integrada científica entre o Japão e os EUA é responsável por validar e calibrar o instrumento e os seus produtos.
A grande cobertura espectral e a alta resolução espacial do ASTER fornecem aos cientistas em inúmeras disciplinas informações críticas para mapear e monitorar a superfície das condições dinâmicas e das mudanças temporais. Entre os exemplos de aplicação do ASTER estão: monitoramento do avanço e retração de geleiras, monitoramento de atividades vulcânicas, identificação de plantações, determinação da morfologia das nuvens e das suas propriedades físicas, monitoramento da poluição térmica, degradação de recifes de corais, mapeamento da temperatura do solo e da geologia, entre outros.
Fonte:
http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA13954
Imagens de Satélite Mostram o Cruzeiro Costa Concórdia Naufragado na Costa Italiana
Caso haja qualquer dúvida sobre o tamanho do navio de cruzeiro italiano Costa Concordia e da escala dos problemas que a tripulação e que agora as equipes de resgate estão enfrentando, esta fotografia de satélite incrível que mostra o navio de cruzeiro de lado foi recentemente lançada pela empresa do Colorado que trabalha com observação da Terra, a Digitalglobe.
O Costa Concordia encalhou nas águas rasas da costa da Toscana em 13 de Janeiro de 2012, criando um buraco em seu casco. Dos 3.200 passageiros que estavam a bordo 11 foram confirmados como mortos e dezenas ainda estão desaparecidos.
A empresa DigitalGlobe opera três satélites – o Quickbird, WorldView-1 e WorldView-2 – todos equipados com câmeras de alta resolução que capturam imagens detalhadas, para uso comercial. Este ponto de vista do navio de cruzeiro mostra ele de lado, semi submerso em uma lâmina de água de 100 metros de profundidade.
Para se ter uma noção de escala, o navio mede 290-metros (950 pés) de comprimento, que é quase o comprimento de três campos de futebol de ponta a ponta.
Fonte:
http://news.discovery.com/space/big-pic-costa-concordia-cruise-ship-satellite-120118.html
Envisat Registra o Belo Florescimento de Fitoplâncton no Atlântico Sul
Nessa imagem do Envisat, pode-se ver um florescimento de fitoplâncton formando um redemoinho em forma de oito no Oceano Atlântico Sul a aproximadamente 600 quilômetros a leste das Ilhas Falklands.
Durante essa época do ano no hemisfério sul, o oceano torna-se rico em minerais da mistura das águas da superfície do oceano com as águas das profundezas do oceano. O fitoplâncton depende desses minerais, fazendo com que o florescimento seja comum na primavera e no verão.
Esses organismos microscópicos são a base da cadeia alimentar marinha e tem um papel fundamental na remoção de dióxido de carbono da atmosfera e produção do oxigênio nos oceanos. Ajudando a regular o ciclo do carbono, os fitoplânctons são importantes para o sistema de clima global.
Diferentes tipos e diferentes quantidades de fitoplâncton exibem cores diferentes, como as tonalidades azuis e verdes apresentadas nessa imagem.
Satélites que monitoram a Terra como o Envisat podem monitorar esses florescimentos de algas. Uma vez que o florescimento começa, um sensor que registra a cor dos oceanos pode fazer uma identificação inicial do pigmento de clorofila e então pode identificar as espécies existentes.
Como o fitoplâncton é sensível às mudanças ambientais é importante monitorar e modelar a sua presença para os cálculos de mudanças climáticas e também para identificar potenciais florescimentos.
O instrumento MERIS do Envisat adquiriu essa imagem em 2 de Dezembro de 2011 com uma resolução de 300 metros.
Fonte:
http://www.esa.int/esaEO/SEMB88KX3XG_index_0.html
Imagens Mostram a Terra de Franz Josef no Polo Norte
Localizada a apenas 970 quilômetros do Polo Norte, a Terra Franz Josef é eternamente coberta com gelo. As geleiras cobrem aproximadamente 85% da massa de terra do arquipélago, e o gelo oceânico flutua nos canais entre as ilhas mesmo no verão.
O Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer (ASTER) do satélite Terra da NASA observou as ilhas da parte central da Terra de Franz Josef em 16 e 19 de Agosto de 2011, e outro sensor a bordo do satélite Terra registrou outra imagem da mesma região em 17 de Agosto de 2011, que é mostrada abaixo.
A imagem principal desse post foi feita a partir de uma combinação dos comprimentos de onda visível e do infravermelho próximo, e nessa combinação o gelo aparece em tonalidades de branco e azul pálido. A quantidade de gelo oceânico preenchendo os canais entre as ilhas da Terra de Franz Josef varia de verão para verão. A imagem principal foi registrada quando a estação no hemisfério norte caminhava para o derretimento, e assim essa imagem mostra uma quantidade modesta de gelo oceânico na superfície do mar. Uma parte do gelo tem se acumulado em baías como uma localizada a nordeste da Ilha Zieger.
A maior parte do gelo observado na imagem está ancorado na terra, já que grandes geleiras cobrem as ilhas. Ainda hoje, as geleiras são finas se comparadas com os lençóis de gelo que dominavam a região a 20000 anos atrás. Estudos da Terra de Franz Josef têm na verdade contribuído pro maior entendimento de quando essa massiva cobertura de gelo começou a se retrair vagarosamente. Praias que preservam evidências do surgimento de terra à medida que o peso das geleiras sobrepostas relaxam, conhecido como rebote isostático, foram reconhecidas primeiramente no final do século dezenove. Os pesquisadores estimam que o lençol gigante de gelo tenha se retraído a aproximadamente 10000 anos atrás.
Fonte:
http://earthobservatory.nasa.gov/IOTD/view.php?id=76883
Tempestade de Poeira é Observada Varrendo a Região de Baja Califórnia
O final do mês de Novembro de 2011 ofereceu céus quase que totalmente livres de nuvens o que fez com que os satélites pudessem ter uma visão completa de todo o comprimento da região de Baja Califórnia e da costa do Pacífico do México. No meio de toda a clareza dos céus , fortes ventos soprando de nordeste levantaram tempestades de poeira no continente e na península.
As imagens em cor natural necessárias para fazer essa visão oblíqua da região foram adquiridas no dia 27 de Novembro de 2011, pelo instrumento chamado de Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer, ou MODIS que viaja a bordo do satélite Aqua da NASA. A Ocean Color Team no NASA Goddard processou as imagens como essa com o objetivo de ajudar os cientistas a acessarem a presença de sedimentos e de plâncton no oceano. As tempestades de poeira interferem com esse processo, já que aerossóis arenosos bloqueiam boa parte da luz do Sol e da luz que é refletida de volta.
As tempestades de poeira podem atrapalhar a atividade humana, mas uma vez que elas são sopradas sobre o Golfo da Califórnia e sobre o Oceano Pacífico elas podem ajudar a fertilizar as águas com nutrientes que promovem o florescimento do fitoplâncton. No inverno, as águas ao redor de Baja são cheias de baleias, e esses maiores animais dos mares comem os menores plânctons.
Os pesquisadores da Universidade de Wisconsin deram uma utilidade prática para essa tempestade de poeira. Eles estão trabalhando na calibração de medidas em dois instrumentos a bordo dos satélites meteorológicos GOES, e as tempestades de areia fornecem um evento muito bom para que seja realizada essa calibração e as comparações necessárias.
Fonte:
http://earthobservatory.nasa.gov/IOTD/view.php?id=76891
Envisat Fotografa as Montanhas Tian Shan na Ásia
As Montanhas de Tian Shan se esticam através da região de fronteira do Cazaquistão, Quirguistão e oeste da China, como pode ser visto pela imagem acima feita pelo Envisat.
Sendo uma das cadeias de montanhas mais longas da Ásia Central, as Montanhas de Tian Shan tem aproximadamente 2800 km de comprimento. Elas são o lar de árvores sempre verdes que nascem a uma altura de 2000 metros acima do nível dos mares, enquanto que os taludes mais baixos possuem florestas naturais de maçãs, por exemplo.
O grande lago escuro que divide a cadeia de montanhas no leste o Quirguistão (canto inferior esquerdo) é o segundo maior lago salino perdendo apenas para o Mar Cáspio.
Denominado de Issyk Kul – que significa “lago quente” na língua local pois ele nunca se congela – ele cobre uma área de mais de 6000 quilômetros quadrados alcançando em determinados pontos profundidades de até 600 metros.
Esse foi o ponto de parada durante a Estrada Silk, do meio oeste até a Europa e alguns historiadores ainda dizem que foi aí nesse lago que surgiu a Morte Negra no século 14.
No canto superior direito estão a Bacia Dzungarian e o Deserto de Gurbantunggutt em cores marrons clara.
Essa imagem foi adquirida no dia 7 de Setembro de 2011 pelo Medium Resolution Imaging Spedctrometer.
Fonte:
http://www.esa.int/esaEO/SEMG0B5XPVG_index_0.html
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