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Direto do Observatório Lunar Vaz Tolentino: A Misteriosa Dama na Lua
A Misteriosa Dama na LUA. (autor: Tolentino)
A misteriosa dama na Lua:
Seria a imagem de uma “donzela” desenhada num importante mapa da Lua, feito por Cassini e publicado em 1679, uma declaração de um famoso astrônomo para um amor secreto?
A “donzela da Lua” aparece no famoso mapa Lunar desenhado pelo astrônomo italiano Giovanni Domenico Cassini (1625-1712) através das visões a partir do uso de um telescópio rudimentar. Produzido em Paris e publicado em 1679, este foi o primeiro mapa científico da Lua e ajudou aos cientistas europeus do século 17 a obterem maior compreensão da superfície lunar.
O Sinus Iridum (Baia dos Arco-Íris) situa-se na borda noroeste do Mare Imbrium (Oceano das Tormentas), com sua superfície lisa e escura, pavimentada por lava basáltica.
O Promontorium Heraclides, tem sido historicamente descrito como a “donzela da Lua”, na qual “seus cabelos” parecem movimentar-se, à medida que o Sol atravessa o Sinus Iridum. A “donzela da Lua” surgiu originalmente no mapa desenhado, baseado em observações telescópicas da superfície lunar, feitas pelo astrônomo CASSINI em 1679.
Imagem: Giovanni Domenico Cassini (1625-1712).
Foto executada com apenas 1 frame em 04 de março de 2012, 21h41m.
Não deixem de visitar na internet o site oficial do Observatório Lunar Vaz Tolentino onde é possível encontrar centenas de imagens da Lua além de muitas informações sobre astronomia e ciência em geral. Visitem: www.vaztolentino.com.br
Fonte:
Estreitos Canais Meandrantes em Talude de Cratera da Lua
Crateras lunares jovens sempre apresentam feições nítidas e espetaculares. A imagem acima destaca o talude oeste da cratera Fabbroni localizada na borda norte do Mare Tranquilitatis, perto do local de pouso da Apollo 17. Falhas no talude criaram muitos canais estreitos de material granular que fluiu pelo talude abaixo em direção ao centro da cratera.
A refletância do material muda dependendo de vários fatores, como a composição, o tamanho dos grãos, e a maturidade. O talude da cavidade da cratera é composto de múltiplas camadas e de seus detritos. A mistura desses materiais exibem várias refletâncias, que contrastam de forma nítida com as feições de fluxo.
Fonte:
http://www.lroc.asu.edu/news/index.php?/archives/561-Meandering.html#extended
Direto do Observatório Lunar Vaz Tolentino: A Cratera Copernicus e Cia.
COPERNICUS & Cia. (autor: Tolentino)
Cratera COPERNICUS– Cratera com 93 Km (58 milhas) de diâmetro externo.
Coordenadas Selenográficas: Lat: 9.7º N Long: 20.1º W.
Diâmetro: 93 Km;
Profundidade: 3,8 Km.
Foto no mapa: LAC 58.
Melhor época para observação: 2 dias após a fase “quarto crescente” ou 1 dia após a fase “quarto minguante”.
Quem foi Nicolaus Copernicus ? Astrônomo polonês da renascença (1473-1543). Combateu o geocentrismo (a Terra como o centro do universo) formulando o modelo heliocentrico (o Sol como centro do Universo com Terra e os planetas girando ao seu redor). Retirou a Terra do centro do Universo.
Copernicus é uma cratera relativamente jovem, com cerca de 1 bilhão de anos. Essa espetacular cratera de impacto possui um sistema de “raios brilhantes” que se estendem por cerca de 800 Km para fora (visível a olho nu), é uma das mais proeminentes e famosas da superfície lunar. Não é uma cratera com o perímetro perfeitamente circular. Na realidade sua circunferência é definida por uma seqüência de 7 segmentos relativamente retos. As bordas externas que circundam a cratera formam uma espécie de “fortificação” com paredes escarpadas e inclinadas, criadas pelos escombros do impacto.
Existem na superfície circundante de Copernicus uma série de minúsculas crateras secundárias, que foram criadas por materiais ejetados durante o grande impacto que criou Copernicus.
Copernicus é um alvo fácil para telescópios e fica perto do centro do disco lunar, junto da margem sul externa do Mare Imbrium. Após o impacto do asteróide que criou Copernicus a cerca de 1 bilhão de anos atrás, suas paredes internas desabaram, criando encostas que formaram espécies de “degraus” ou “curvas de nível” (walls in terraces).
Observe o piso interior plano (diâmetro da parte interna com 56 Km ou 35 milhas) e os protuberantes montes quase centrais, com 900 metros de altura. Os picos ascenderam quando as rochas da crosta lunar foram comprimidas pelo poderoso impacto que criou Copernicus e reagiram com uma espécie de ricochete (ação e reação). Os picos contém material com origem provável de 5 a 10 Km abaixo da superfície.
Foto com apenas 1 frame em 27 de março de 2011, 05h41m.
Não deixem de visitar na internet o site oficial do Observatório Lunar Vaz Tolentino, onde é possível encontrar centenas de imagens da Lua, além de muitas informações sobre astronomia e ciência em geral. Visitem: www.vaztolentino.com.br
Fonte:
Direto do Observatório Lunar Vaz Tolentino: As Crateras Messier e Messier A
Crateras MESSIER & Messier A. (autor: Tolentino)
Cratera MESSIER – Dimensões: 12 Km X 8 Km. Profundidade: 1,3 Km. Coordenadas – Lat: 1.9o S, Long: 47.6o E.
Cratera Messier A - Dimensões: 13 Km X 11 Km. Profundidade: 1.5 Km. Coordenadas – Lat: 2.0o S, Long: 46.8o E.
A cratera MESSIER foi “batizada” em homenagem a Charles Messier, astrônomo e caçador de cometas do Séc XVIII, nascido na França (1730 – 1817). Descobriu 16 cometas e editou um catálogo de “objetos de céu profundo” em 1771 (conhecido como Catálogo Messier), originalmente com os 103 objetos mais brilhantes do céu noturno, visto por ele do hemisfério norte.
A dupla de crateras de impacto MESSIER e Messier A formam um alvo muito interessante !
Foto: MESSIER e Messier A fotografadas pela Missão Apollo 11 – NASA.
São crateras jovens, que se mantiveram quase nas suas formas originais, ou seja, nas formas da época de quando foram criadas, pois sofreram pouco com a degradadação causada por desmoronamentos de suas paredes internas, novos impactos ou movimentos sísmicos.
São difícies de encontrar na Lua, crateras que mantiveram sua forma original. Isso porque as crateras jovens e grandes, sofreram muito com a queda de escombros e deslizamentos de material das paredes internas, que ocorriam logo após os impactos que as criaram. Esses efeitos colaterais provenientes dos impactos criadores, na maioria das vezes, apagavam completamente as paredes e borda da cratera de impacto original.
Mas, MESSIER e Messier A reteram, quase inalterada, a sua forma original. Em outras palavras, elas são “puras”. Por esta razão, as formações dessas crateras merecem um estudo mais detalhado.
Uma coisa interessante sobre essa dupla é que elas quase nunca repetem a mesma visão ao telescópio, devido ao fenômeno de libração (movimento de “balanceio” da Lua, que proporciona a visão de uma pequena parte de sua face oculta, na região de suas bordas).
As crateras MESSIER e Messie A possuem forma elíptica, com o maior eixo de MESSIER estendendo-se ao longo da direção de seu impacto inicial.
Já Messier A tem seu eixo maior perpendicular ao eixo maior de MESSIER. É um arranjo realmente muito estranho. As duas crateras não são coaxiais !
Foto: NASA.
À primeira vista, a cratera MESSIER parece ter a forma de uma elipse perfeita. Porém, num estudo com imagens mais próximas feitas pela missão Apollo 11, MESSIER mostra-se mais largo na extremidade leste.
Existe uma fina e longa faixa de material derretido marcada no piso estreito interior (ao longo do eixo maior) de MESSIER, causada pelo impacto que a criou. Estudos apontam que a faixa não é constituída de lava basáltica, pois MESSIER é muito mais jovem do que a época que ocorreram os fluxos de lava.
Foto: Cratera MESSIER - Apollo 11 – NASA.
Mesmo em imagens da Missão Apollo não há nenhum sinal de material proveniente de desmoronamento das paredes internas no chão de seu piso. Também, as encostas íngremes de Messier permanecem intactas. É uma formação que surpreendentemente manteve seu caráter primitivo.
A cratera Messier A, por outro lado, é uma formação muito complexa. Já foi muito defendido que Messier A seria uma sobreposição de duas ou até três crateras de diferentes idades. Mas, as imagens da Missão Apollo, mostram outros exemplos de proporções menores, desse estranho tipo de cratera.
Enfim, parece certo que, Messier A é o resultado de um impacto único, porém num ângulo baixo.
Foto: Cratera Messier A - Apollo 11 – NASA.
Um exemplo desse tipo estranho de formação de cratera, seria a pequena cratera secundária Cyrillus A, localizada na parede interna da cratera Cyrillus, onde o corpo que gerou o impacto de sua criação, bateu forte na inclinação do terreno.
Existe o consenso entre os cientistas de que as crateras MESSIER e Messier A foram resultantes dos impactos de dois corpos distintos, ambos com cerca de 500m de diâmetro, atingindo a superfície com pelo menos 5 graus de inclinação.
As crateras MESSIER estão entre os alvos interessantes que possuem formações de características estranhas na superfície da Lua, visíveis através de telescópios amadores !
Foto da Lua Cheia com apenas 1 frame em 06 de maio de 2012, 00h48m.
Foto das crateras MESSIER e Messier A com apenas 1 frame em 10 de março de 2012, 01h11m.
Telescope & Câmera:
SkyWatcher DOB 12″ Collapsible;
Celestron Ultima 2X Barlow;
ORION StarShoot Solar System Color Imaging Camera III.
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Fonte:
O Mare Humorum Parcialmente Sem Anel
Na imagem acima, um anel montanhoso da Bacia Humorum imediatamente salta a nossa vista e nos chama a atenção. Essa é a cadeia de montanhas que começa no lado oeste da cratera Gassendi (as montanhas informalmente conhecidas como Montanhas Percy) e vira ao redor da costa oeste do mar com algumas interrupções. Pelo fato da cena estar sendo iluminada pelo Sol do amanhecer, os picos massivos do anel são destacados pelo brilho. Ao longo da parte sudoeste da bacia, o anel se quebra em picos menores e desconectados que cobrem uma largura mais vasta do que a cadeia ao norte. Estranhamente, um círculo definido pelo anel oeste curva diretamente em direção à escarpa Kelvin. E então ele torna-se mais difícil de se traçar o anel da bacia, especialmente no lado leste, que tem mais lacunas do que pedaços contínuos. Pode-se pensar que o anel fraco a não existente na parte leste pode ser devido a sua elevação mais baixa, talvez o Humorum formou um interior não observado mergulhando para leste. Mas isso não é topograficamente verdadeiro. Será que isso é um impacto oblíquo, como o Crisium com o lado mais baixo muito mais baixo? Na verdade não existem evidências para que possamos certificar isso. Então, o que aconteceu com o anel perdido do Humorum?
Fonte:
Um Mapa Brilhante da Lua
Muitas oportunidades de se observar feições interessantes da Lua, são perdidas pois os astrônomos amadores olham para outros cantos do céu quando a fase da Lua está próxima da cheia. A imagem acima tenta desfazer esse mito, já que mostra um mosaico de resolução intermediária de toda a parte da Lua observável num dado momento e com o nosso satélite perto da fase cheia. Nessa imagem pode-se ver claramente a complexidade dos padrões de porções brilhantes e escuras e as várias tonalidades existentes entre elas. A parte em destaque na imagem acima mostra que claramente a superfície do Mare Imbrium possui duas tonalidades principais, uma tonalidade de cinza mais claro observado na metade leste e uma porção mais escura, muito bem definida cobrindo partes da região centro-oeste. A parte mais escura do mar é mais jovem e possui a melhor frente de fluxões lava preservada na Lua. O Mare Imbrium é mais sutilmente marcado por diferentes padrões de crateras de raios. Entre os raios visíveis pode-se citar os da cratera Copernicus (que está fora da imagem além da borda inferior), que são brilhantes, largos com terminações brilhantes ao norte. Os da cratera Aristarchus, são mais curtos, mais finos e mais acinzentados, enquanto que os da Aristilus são longos, finos e menos proeminentes, possivelmente pelo fato de atravessarem uma parte do mar com terreno mais brilhante. Vocês conseguiram notar que a cratera C. Herschel é uma cratera de halo escuro? A imagem acima, embora mostre detalhes impressionantes é chamada de resolução moderada pois foi feita com um telescópio de foco primário f/10 e tem 23 milhões de pixels, grande parte das imagens da Lua que observamos tem uma escala maior e mostram mais detalhes. O astrônomo responsável pela imagem acima está preparando um novo mosaico que deverá ser feito em f/16 e que terá 64 milhões de pixels, e que com certeza irá precisar de mais uma centena de AVIs. A única coleção completa de imagens telescópicas da Lua feitas em alta resolução e do mó Sol alto é a Part II do Consolidated Lunar Atlas (http://www.lpi.usra.edu/resources/cla/maps/part_ii/), e mesmo assim a resolução é quase que a mesma que apresentada por essa imagem em f/10. Em f/16, a Lua ainda espera ser mapeada.
Fonte:
Direto do Observatório Lunar Vaz Tolentino: Gigante Cósmico 2 – A Cratera Plato x Os Planetas
Gigante Cósmico 2: Plato X Planetas. (autor: Tolentino)
Nesta composição fotográfica, comparamos o tamanho dos planetas Júpiter, Saturno e Marte com a cratera lunar Plato, quando fotografados pelo mesmo conjunto telescópio/câmera.
É importante observar que Júpiter tem seu diâmetro angular um pouquinho inferior ao da cratera Plato, que possui 109 Km de diâmetro e 1 Km de profundidade.
Por isso, nosso satélite natural é um enorme território extraterrestre a ser explorado, guardando muitas surpresas para serem descobertas. Exemplos disso, são a descoberta do mapa do Brasil na Lua (http://www.vaztolentino.com.br/pages/532) e de uma cratera fóssil ou “superfantasma” sem catalogação pela IAU - International Astronomical Union(http://www.vaztolentino.com.br/pages/536). Essas duas interessantes formações foram descobertas pelo Vaz Tolentino Observatório Lunar em 2011.
Dados sobre as fotos (fotos executadas com apenas 1 frame):
Lua Cheia: 09/03/2012, 00h50m.
Cratera Plato: 10/07/2011, 21h54m.
Júpiter: 10/11/2011, 00h22m.
Saturno: 15/02/2011, 04h03m.
Marte: 26/02/2012, 23h53m.
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Fonte:
Uma Luminosa Tonalidade de Cinza
Belas imagens da Lua podem ser encontradas por todos os lugares na internet, especialmente no site dedicado ao nosso satélite LPOD, do grande pesquisador Chuck Wood. A imagem acima é mais um desses tesouros. Na imagem é possível ver a Lua, com boa patê de seu disco iluminado pela Terra, um grupo de estrelas montando um simples padrão geométrico no céu e na parte direita da foto, o planeta Vênus bem brilhante, tudo isso preso num céu acinzentado. A imagem acima embora seja pouco comum ela é bem atrativa. Imagens espetaculares da Lua, nem sempre precisam ser feitas em detalhe e nem da órbita do nosso satélite. Muitas vezes vale muito mais uma bela combinação de objetos para nos mostrar a beleza dos nossos céus.
Fonte:
Direto do Observatório Lunar Vaz Tolentino: A Cratera Bürg e o Lacus Mortis
A cratera BÜRG e o Lacus MORTIS. (autor: Tolentino)
Coordenadas selenográficas de LACUS MORTIS: Lat: 45.0° N, Long: 27.2° E.
Diâmetro de 151 km e área: 21.000 Km2 .
Coordenadas selenográficas de BÜRG: Lat: 45.0° N, Long: 28.2° E.
Diâmetro de 40 km e profundidade: 1,8 Km.
Quem foi Bürg? Johann Tobias Bürg (1766 - 1835) foi um astrônomo austríaco. Bürg nasceu em Viena e trabalhou como professor e astrônomo em Klagenfurt, na Carinthia. Ele posteriormente trabalhou como assistente no observatório astronômico de Viena, de 1792 até se aposentar em 1813.
Bürg é uma destacada cratera de impacto do tipo complexa, localizada no quadrante nordeste da Lua. De modo geral, ascrateras do tipo complexas apresentam paredes estruturadas em forma de degraus ou curvas de nível (“terraces”), pisos planos e montanha central. Bürg por sua vez, não foge à essa regra, por ser uma formação apresentando bordas com declives íngremes, paredes altas e estruturadas em forma de curvas de nível, piso interno liso e proeminente montanha central com dois picos, que ocupa boa parte do piso.
Bürg está inserida num perímetro formado por ruínas de uma antiga cratera inundada por lava , conhecida como Lacus Mortis, sendo Bürg mais jovem que Lacus Mortis. Ao sul de Bürg, encontra-se a cratera Plana e, a sudeste, localiza-se a cratera Mason.
A borda da Bürg é quase circular, apresentando pouco desgaste. O interior é em forma de “tigela” (côncavo), mas com piso plano. No lado oeste de Bürg existe um sistema de canais (rille ou rima) designado Rimae Bürg, que abrange uma distância de aproximadamente 100 km.
Lacus Mortis, é uma planície de lava basáltica no quadrante nordeste da Lua. Lacus Mortis, na realidade, trata-se de uma antiga cratera inundada por lava.
Em seu interior, localiza-se com destaque, um pouco para leste do ponto central, a interessante cratera Bürg.
A área sudoeste de Lacus Mortis contém um extenso e delicado sistema de sulcos ou canais (rilles), do tipo linear, que cortam o seu piso de lava, designados como Rimae Bürg.
Lacus Mortis está localizadologo ao sul do extenso Mare Frigoris. Os dois são separados apenas por uma faixa de terreno acidentado, não muito larga.
Ao sul localiza-se o Lacus Somniorum, que encontra-se separado de Lacus Mortis, pelas crateras Plana e Mason e por uma pequena área de superfície irregular.
Foto executada com apenas 1 frame em 22 de fevereiro de 2011, 02h31m.
Não deixem de visitar na internet o site oficial do Observatório Lunar Vaz Tolentino, onde é possível encontrar centenas de imagens da Lua além de muitas informações sobre astronomia e ciência em geral. Visitem: www.vaztolentino.com.br
Fonte:
Cratera Copernicus É Observada Em Grande Detalhe
A equipe que trabalha com a câmera da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter tem trabalhado para fazer uma série de imagens de alta resolução que documentam a grande variedade de morfologias dos materiais derretido por impacto na Lua. Isso é muito importante, mas como pode ser visto na imagem acima, você não precisa de uma sonda para isso, desde que tenha um excelente equipamento e as condições ideais de observação como fica claro pela qualidade da imagem observada acima. O que mais chama a atenção na imagem acima são as línguas de material derretido por impacto fora do arco da cratera Copernicus desde as Fauth, as crateras gêmeas na parte inferior até a montanha na posição de 9 horas. Um pouco ao sul da montanha está uma impressionante língua de material derretido que constrói levees em seus flancos. Uma vez que esse clássico exemplo de material derretido por impacto é facilmente visível é mais fácil reconhecer os demais no arco em direção a Fauth. Os depósitos de material derretido por impacto são também vistos em vários locais dentro do anel e no topo dos terraços. E o quadrante suave a noroeste do interior da Copernicus é também coberto pelo material derretido por impacto. Ao longo da borda sul da imagem crateras secundárias e seus padrões característicos de se dobrarem ao redor do material ejetado podem ser vistos com clareza, enquanto a cadeia e o material ejetado contínuo pode ser visto ao longo da parte superior da imagem. Uma coisa é certa, se na década de 50 tivéssemos a capacidade de fazer imagens como essa, provavelmente os cientistas não haveriam decidido em enviar uma nave até a Lua.
Fonte:
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