Posts Tagged ‘NASA’
Estreitos Canais Meandrantes em Talude de Cratera da Lua
Crateras lunares jovens sempre apresentam feições nítidas e espetaculares. A imagem acima destaca o talude oeste da cratera Fabbroni localizada na borda norte do Mare Tranquilitatis, perto do local de pouso da Apollo 17. Falhas no talude criaram muitos canais estreitos de material granular que fluiu pelo talude abaixo em direção ao centro da cratera.
A refletância do material muda dependendo de vários fatores, como a composição, o tamanho dos grãos, e a maturidade. O talude da cavidade da cratera é composto de múltiplas camadas e de seus detritos. A mistura desses materiais exibem várias refletâncias, que contrastam de forma nítida com as feições de fluxo.
Fonte:
http://www.lroc.asu.edu/news/index.php?/archives/561-Meandering.html#extended
O Veludo Azul da Superfície de Mercúrio
No centro da imagem acima existe uma área de terreno escuro e azul escuro. Os cientistas que trabalham com a sonda MESSENGER referem a esse tipo de terreno como Material de Baixa Refletância, ou LRM do inglês. Além de ser escuro em todos os comprimentos de onda, o LRM reflete menos luz nos comprimentos de onda mais longos do que o material médio na superfície de Mercúrio. Os nossos olhos percebem a luz no comprimento de onda longo no final do espectro visível, como o vermelho, e nos curtos como o azul. Assim, o LRM é dito ter uma coloração azul com relação à superfície de Mercúrio como um todo. Entre as crateras mostradas na imagem acima pode-se citar a Kuiper, a Yeats, a Dominici e a Homer.
Fonte:
http://messenger.jhuapl.edu/gallery/sciencePhotos/image.php?page=1&gallery_id=2&image_id=849
A Cratera Vibidia em Vesta
Essa imagem feita com a câmera de enquadramento da sonda Dawn está centrada na cratera Vibidia, que tem aproximadamente 10 quilômetros de diâmetro. Existe uma distinta distribuição de material brilhante e escuro ao redor da cratera Vibidia. Existem raios brilhantes que se estendem por aproximadamente 15 quilômetros em um padrão circular ao redor da Vibidia. Esses raios cortam crateras mais velhas e algumas crateras mais jovens que se formaram no topo delas. Os raios escuros estão na sua maior parte dentro da cratera e alguns se estendem por distâncias menores para fora do anel da cratera.
Essa imagem mostra a região localizada no Quadrante Tuccia do Vesta e o centro da imagem localiza-se nas coordenadas 26.6 graus de latitude sul e 220.4 graus de longitude leste. A sonda Dawn, obteve essa imagem com sua câmera de enquadramento através do seu filtro limpo no dia 21 de Outubro de 2011. A distância entre a sonda Dawn e a superfície do asteroide Vesta no momento da imagem era de 700 quilômetros no momento em que a imagem foi feita e a resolução da imagem é de 70 metros por pixel. Essa imagem foi adquirida durante a fase HAMO, ou seja, High Altitude Mapping Orbit, da missão da sonda Dawn em Vesta.
Fonte:
http://dawn.jpl.nasa.gov/multimedia/imageoftheday/image.asp?date=20120312
A Bela Galáxia NGC 891
Visível na constelação de Andrômeda, a NGC 891 está localizada a aproximadamente 30 milhões de anos-luz de distância da Terra. O Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA virou seu vasto campo da Advanced Camera for Surveys em direção a essa galáxia espiral e fez essa imagem detalhada da metade norte da galáxia. O bulbo central da galáxia está fora da imagem na parte inferior esquerda.
A galáxia se espalha por aproximadamente 100000 anos-luz e é vista de lado, revelando seu espesso plano de poeira e gás interestelar. Enquanto inicialmente se pensava que ela parecia com a nossa Via Láctea se fosse vista de lado, pesquisas mais detalhadas revelara a existência de filamentos de poeira e gás escapando do plano da galáxia em um halo por mais de centenas de anos-luz. Eles podem ser claramente vistos aqui contra o brilhante plano de fundo do halo da galáxia, expandindo no espaço a partir do disco da galáxia.
Os astrônomos acreditam que esses filamentos sejam o resultado da ejeção de material devido à supernovas ou intensa atividade de formação estelar. Ascendendo quando elas nascem, ou explodindo quando elas morrem, as estrelas geram poderosos ventos que podem soprar a poeira e o gás por mais de centenas de anos-luz no espaço.
Algumas estrelas em primeiro plano pertencentes à Via Láctea brilham de forma intensa na imagem, enquanto distantes galáxias elípticas podem ser vistas na parte inferior direita da imagem.
A NGC 891 é parte de um pequeno grupo de galáxias que se mantêm juntos pela gravidade.
Uma versão dessa imagem entrou na competição conhecida como Hubble’s Hidden Treadures Image PRocessing Competition pelo participante Nick Rose. O Hidden Treasures é uma iniciativa de convidar entusiastas da astronomia para buscar no arquivo do Hubble, imagens espetaculares que nunca tinham sido vistas pelo público em geral.
Fonte:
Fluxo de Arrasto de Regolito Identificado em Mercúrio
Essa imagem de altíssima resolução mostra o interior de uma cratera do hemisfério norte de Mercúrio. Perto da base da parede norte da cratera, nós podemos ver uma sútil linha curva, indicada na imagem acima pelas setas. A linha representa a borda de um lobo do material que provavelmente tem se formado pelo lento movimento do regolito solto descendo pelas partes mais íngremes da parede da cratera pela ação da gravidade. Os geólogos se referem a esse tipo de movimento como fluxo de arrasto.
Fonte:
http://messenger.jhuapl.edu/gallery/sciencePhotos/image.php?page=1&gallery_id=2&image_id=847
Cratera Warhol: A Pop Art Chega em Mercúrio
A imagem acima de Mercúrio foi montada no estilo Pop Art que ficou famoso com o artista americano Andy Warhol. O painel superior esquerdo é a imagem original feita pelo instrumento MDIS obtida em três cores. Os outros três painéis são coloridos para simular a icônica peça artística de Warhol. O nome Warhol foi recentemente aprovado pela União Astronômica Internacional para dar nome à grande cratera de impacto no centro da imagem. A cratera Warhol tem um pico central alongado pouco comum, um interior suave provavelmente formado pelo material derretido por impacto, e uma grande quantidade de cavidades.
Fonte:
http://messenger.jhuapl.edu/gallery/sciencePhotos/image.php?page=1&gallery_id=2&image_id=836
Sonda MESSENGER Fotografa Massivo Pico Central em Cratera de Mercúrio
O pico central massivo de uma cratera ainda sem nome em Mercúrio com mais de 100 km de diâmetro preenche a cena mostrada acima. Picos centrais se formam quando o material é soerguido das profundezas durante o processo de formação de crateras. Esse pico montanhoso mostrado acima tem cerca de 1 km de altura.
Fonte:
http://messenger.jhuapl.edu/gallery/sciencePhotos/image.php?page=1&gallery_id=2&image_id=846
Começando a Preencher o Vazio de Informações no Polo Norte de Mercúrio
Uma das novas campanhas do instrumento MDIS instalado na sonda MESSENGER em órbita de Mercúrio é obter imagens da região polar norte do planeta. Durante a missão primária da sonda MESSENGER, a região polar sul de Mercúrio foi repetidamente imageada e áreas que ficam permanentemente na sombra foram identificadas. Durante a missão estendida da MESSENGER, o instrumento MDIS irá fazer um esforço dedicado para obter imagens repetidamente da superfície localizada perto do polo norte de Mercúrio. A órbita altamente excêntrica da sonda MESSENGER que passa perto da superfície de Mercúrio nas altas latitudes do hemisfério norte, fornece uma oportunidade para que imagens de alta resolução sejam feitas da região polar norte do planeta mais próximo do Sol. A imagem acima já mostra um pequeno resultado desse esforço e está sendo usada já para cobrir uma pequena lacuna de imagens e informações perto do polo norte e que permaneceu sem dados depois da missão primária da sonda MESSENGER.
Fonte:
http://messenger.jhuapl.edu/gallery/sciencePhotos/image.php?page=1&gallery_id=2&image_id=845
Um Sobrevoo Virtual Sobre o Asteroide Vesta
Como seria sobrevoar o asteroide Vesta? Uma equipe de pesquisadores que trabalha com animação no German Aerospace Center recentemente pegou imagens reais e dados topográficos obtidos pela missão da sonda Dawn da NASA que atualmente está visitando o asteroide Vesta e com isso conseguiram gerar esse filme virtual mostrado acima. O vídeo começa com uma sequência sobre a Divalia Fossa, um par incomum de vales que cortam de forma paralela um terreno altamente povoado por crateras. Depois, a nave virtual explora a cratera Marcia com 60 km de diâmetro, mostrando numerosos e vívidos detalhes. Por fim, imagens obtidas pela sonda Dawn foram digitalmente trabalhadas e sofreram um exagero vertical para que pudessem revelar da melhor forma possível a montanha de 5 km de altura de Aricia Tholus. Atualmente, a sonda Dawn está começando a se afastar do asteroide Vesta depois de ter passado perto o suficiente do terreno para obter as imagens mais detalhadas da superfície e medidas de gravidades mais precisas do segundo maior asteroide do cinturão principal de asteroides do Sistema Solar. Em Agosto de 2012, a Dawn está programada para se afastar definitivamente do asteroide Vesta e seguir em direção a Ceres, o maior asteroide do Sistema Solar.
Fonte:
http://apod.nasa.gov/apod/ap120514.html
Artigo da Revista Science: A Forma e a Morfologia do Asteroide Vesta
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