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A Nebulosa da Tarântula
A maior e mais violenta região de formação estrelas conhecida em todo o Grupo Local de Galáxias localiza-se na nossa galáxia vizinha da Grande Nuvem de Magalhães. A imagem acima mostra a Nebulosa da Tarântula na distância de Nebulosa de Orion, uma região de formação de estrelas local. Também conhecida como 30 Doradus, o gás rosa e vermelho indica uma massiva nebulosa de emissãoo, embora partes remanescentes de supernovas e nebulosas escuras também existam nesse local. O nó brilhante de estrelas à esquerda do centro é chamado de R136 e contém muitas das estrelas mais massivas, quentes e brilhantes que são conhecidas. A imagem acima é considerada um dos maiores mosaicos já criados com observações do Hubble e tem revelado detalhes sem precedentes dessa enigmática região de formação de estrelas. A imagem acima foi lançada para comemorar os 22 anos do Telescópio Espacial Hubble em órbita.
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O Voo Brilhante do Cisne

Mais conhecida como um cisne que bate suas asas através da noite, a constelação de Cygnus é um conjunto de estrelas facilmente visível no céu de verão do hemisfério norte. Essa imagem, mostra a região de formação de estrelas conhecida como Cygnus-X e foi feita pelo Telescópio Herschel e destaca a caótica rede de poeira e gás que aponta os locais onde estrelas massivas estão se formando. Essa imagem combina dados do infravermelho distante adquiridos nos comprimentos de onda de 70 mícron (correspondente ao canal azul); 160 mícron (correspondente ao canal verde); e 250 mícron (correspondente ao canal vermelho). As observações para a geração dessa imagem foram feitas em 24 de Maio de 2010 e 18 de Dezembro de 2010.
O Herschel é uma missão da Agência Espacial Europeia que possui instrumentos científicos fornecidos por um consórcio de institutos europeus e com importante participação da NASA.
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http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2248.html
A Espetacular Nebulosa da Estrela Binária AB7
A imagem acima mostra a AB7, uma das maiores nebulosas localizada nas Nuvens de Magalhães, duas galáxias satélites da nossa Via Láctea. AB7 é uma estrela binária que consiste de uma estrela WR, uma estrela massiva altamente desenvolvida e uma estrela massiva de meia idade companheira e do tipo espectral O.
Essas estrelas excepcionais geram ventos estelares muito fortes, eles continuamente ejetam partículas energéticas, como o vento estelar do nosso Sol, mas entre 10 e 1000 vezes mais intensamente do que a nossa estrela. Esses poderosos ventos exercem uma enorme pressão no material interestelar ao redor e formam de maneira forçada nuvens em bolhas, que podem ser visíveis claramente na imagem acima em coloração azul.
A AB7 é particularmente destacável, a imensa nebulosa associada indica que essa estrela é uma das se não a mais quente estrela do tipo WR conhecida com uma temperatura superficial que excede os 120000 graus. Um pouco fora dessa nebulosa, uma pequena rede de filamentos verdes é visível, esses filamentos são na verdade partes remanescentes de uma outra explosão de supernova.
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Hubble Observa Galáxia Anã Com Nebulosa Brilhante
O Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA fez observações detalhadas da galáxia anã NGC 2366. Embora essa galáxia não possua os belos e elegantes braços espirais de muitas das grandes galáxias, a NGC 2366 é o lar de uma brilhante nebulosa de formação de estrelas e é está localizada próximo o suficiente da Terra para que os astrônomos possam discernir as estrelas de forma individual.
A mistura estelar cruza essa imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble é a parte central da galáxia anã NGC 2366. A feição mais óbvia nessa galáxia é uma grande nebulosa que pode ser observada na parte superior direita da imagem, um objeto listado com um número um pouco anterior que o da galáxia como NGC 2363.
O redemoinho amarelado próximo não é de fato parte da nebulosa. Esse objeto é uma galáxia espiral localizada muito mais distante, que tem a luz enviada diretamente através da NGC 2366. Isso é possível pois as galáxias não são objetos sólidos. Embora nós possamos enxergar as galáxias devido às brilhantes estrelas que as constituem, de fato existe um espaço enorme entre essas estrelas. A imagem de alta resolução do Hubble ilustra isso perfeitamente, as estrelas são pequenos pontos de luz envoltos por toda a escuridão do espaço.
Os esplêndidos objetos interconectados NGC 2366 e NGC 2363 estão localizados a aproximadamente 10 milhões de anos-luz de distância da Terra na constelação de Camelopardalis (A Girafa). Como uma galáxia anã, o tamanho da NGC 2366 está no mesmo patamar do que as duas principais galáxias anãs e satélites da Via Láctea conhecidas como a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães. Como as nuvens de Magalhães, a falta de uma estrutura bem definida da NGC 2366 leva os astrônomos a classificarem esse tipo de objeto como uma galáxia irregular.
Embora a NGC 2366 possa ser pequena para os padrões galácticos, muitas de suas estrelas não são, e a galáxia é o lar de numerosas estrelas azuis gigantescas. Os pontos azuis espalhados através da galáxia contam para os astrônomos sobre as explosões de formação de estrelas que estão acontecendo na galáxia no tempo cósmico recente. Uma nova geração desses titãs estelares iluminou a nebulosa NGC 2363.
Em regiões de formação de estrelas rica em gás, a radiação ultravioleta das estrelas jovens, grandes e azuis excitam o gás hidrogênio, fazendo com que ele brilhe. A NGC 2363, bem como outros pedaços menores vistos na imagem do Hubble server como o último local de formação dos gigantes estelares.
Imageadas através dos filtros verde e infravermelho, essas nebulosas possuem uma tonalidade azulada nessa imagem, apesar da cor verdadeira ser avermelhada.
Essa imagem foi produzida a partir de dois campos adjacentes observados pela Advanced Camera for Surveys do Hubble. O campo de visão tem aproximadamente 5.5 arcos de minuto de diâmetro o que corresponde a pouco mais de um quinto do diâmetro da Lua Cheia. Embora seja comparativamente grande para os padrões das imagens do Hubble, a NGC 2366 é muito apagada para ser observada a olho nu.
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No Centro da Nebulosa Omega
Nas profundezas das nuvens escuras de poeira e gás molecular conhecidas como Nebulosa Omega, as estrelas estão se formando de forma contínua. A imagem acima feita pela Advanced Camera for Surveys do Telescópio Espacial Hubble mostra detalhes impressionantes dessa famosa região de formação de estrelas. Os filamentos de poeira escura que laçam o centro da Nebulosa Omega foram criados na atmosfera das estrelas gigantes e frias e nos detritos de explosões de supernovas. As tonalidades azul e vermelha nascem do gás brilhante aquecido pela radiação emitida por estrelas massivas próximas. Os pontos de luz são as próprias estrelas jovens, algumas delas mais brilhantes do que 100 Sóis. Glóbulos escuros marcam sistemas aindam mais jovens, onde as nuvens de gás e poeira estão agora condensando para formar estrelas e planetas. A Nebulosa Omega localiza-se a aproximadamente 5000 anos-luz de distância da Terra na direção da constelação de Sagittarius. A região mostrada acima tem um raio aproximado equivalente a 3000 vezes o diâmetro do Sistema Solar.
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Peneirando Poeira Cósmica Próximo do Cinturão de Órion
Uma nova imagem da região que rodeia a nebulosa de reflexão Messier 78, situada a norte do Cinturão de Órion, mostra nuvens de poeira cósmica entrelaçadas na nebulosa tal qual um colar de pérolas. As observações, obtidas com o Atacama Pathfinder Experiment (APEX) [1], utilizam o brilho de calor dos grãos de poeira interestelar para mostrar aos astrônomos onde novas estrelas estão se formando.
A poeira pode parecer algo aborrecido e sem interesse – a superfície suja que esconde a beleza de um objeto. Mas esta nova imagem da Messier 78 e seus arredores, que nos revela a radiação milimétrica-submilimétrica dos grãos de poeira no espaço, mostra que a poeira pode ser algo fascinante. A poeira é importante para os astrônomos, já que é nas nuvens densas de gás e poeira que se acontece o nascimento de novas estrelas.
No centro da imagem encontra-se a Messier 78, também conhecida como NGC 2068. Quando observada na luz visível, esta região revela-se como uma nebulosa de reflexão, o que significa que observamos um brilho azul pálido de radiação estelar refletida pelas nuvens de poeira. As observações do APEX estão sobrepostas à imagem no visível, apresentadas aqui em laranja. Sensível a comprimentos de onda maiores, estas observações revelam o fraco brilho de nós de poeira densos e frios, alguns dos quais estão a temperaturas inferiores a -250ºC. Na luz visível, esta poeira é escura e obscurante, razão pela qual telescópios tais como o APEX são importantíssimos no estudo das nuvens de poeira onde as estrelas se formam.
Um filamento observado pelo APEX aparece na luz visível como uma faixa escura de poeira atravessando Messier 78. Este fato informa-nos que a poeira densa se encontra em frente da nebulosa de reflexão, bloqueando assim a sua luz azulada. Outra região proeminente de poeira brilhante observada pelo APEX sobrepõe-se à luz visível emitida pela Messier 78 na região mais abaixo. A ausência da faixa de poeira escura correspondente na imagem visível indica que esta região de poeira densa deve estar por trás da nebulosa de reflexão.
Observações do gás nestas nuvens revelam que este flui a alta velocidade, deslocando-se para fora de alguns dos nós densos. Estas correntes de emissão de gás são ejetadas pelas estrelas jovens quando estas ainda estão se formando a partir da nuvem que as rodeia. A sua presença prova assim que estes nós estão formando estrelas de forma ativa.
No alto da imagem podemos ver outra nebulosa de reflexão, a NGC 2071. Enquanto que as regiões mais abaixo da imagem contêm apenas estrelas jovens de pequena massa, a NGC 2071 contém um estrela jovem de maior massa, que se estima ter cinco vezes a massa do Sol, situada no pico mais brilhante visto pelas observações APEX.
As observações APEX utilizadas nesta imagem foram obtidas por Thomas Stanke (ESO), Tom Megeath (University of Toledo, USA) e Amy Stutz (Instituto Max Planck Institute para a Astronomia, Heidelberg, Alemanha). Para mais informações sobre esta região observada no visível, incluindo a recentemente descoberta – e altamente variável – Nebulosa de McNeil, ver eso1105.
Notas
[1] O APEX é uma colaboração entre o Instituto Max Planck para a Rádio Astronomia (MPIfR), o Observatório Espacial Onsala (OSO) e o ESO. A operação do APEX no Chajnantor está a cargo do ESO. O APEX é um percursor para o telescópio submilimétrico de nova geração, o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), que se encontra em construção e operação no mesmo planalto.
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Nos Domínios de Uma Estrela Moribunda
O Telescópio Espacial Hubble das Agências Espaciais NASA e ESA tem estado sempre na ponta tecnológica e científica no que diz respeito à pesquisa com relação à vida de estrelas como Sol. No final de suas vidas, essas estrelas esgotam todo o seu combustível nuclear na fase que é chamada de nebulosa protoplanetária ou pré-planetária. Essa imagem do Hubble mostra a Nebulosa do Ovo em uma das melhores visões desse objeto até o momento, que retrata essa fase breve porém dramática da vida das estrelas.
Durante a fase de nebulosa pré-planetária, o calor remanescente de uma estrela de certa idade que aparece no centro da nebulosa aquece e excita o gás fazendo-o brilhar por alguns milhares de anos. O período de vida curto da nebulosa pré-planetária significa que existem relativamente poucas delas em um determinado momento de vida do universo. Além disso, elas são muito apagadas, o que faz com que seja necessário a utilização de poderosos telescópios para que possamos vê-las. Essa combinação de raridade com baixo brilho significa que elas foram descobertas há relativamente pouco tempo. A Nebulosa do Ovo, a primeira a ser descoberta, foi registrada pela primeira vez há menos de 40 anos atrás, e muitos aspectos dessa classe de objetos continua envolto em um grande mistério.
No centro da imagem, e escondida pela espessa nuvem de poeira, está a estrela central da nebulosa. Embora os cientistas não podem ver a estrela diretamente, eles podem ver sim quatro feixes de luz que se originam na estrela e brilham através da nebulosa. Os pesquisadores criaram a hipótese que os buracos em forma de anel no espesso casulo de poeira, cavados pelos jatos provenientes da estrela fazem com que os feixes de luz possam emergir através da nuvem outrora opaca. O mecanismo preciso pelo qual os jatos estelares produzem esses buracos não é conhecido, mas uma explicação seria que esse é um sistema binário de estrelas, ao invés de ser formado por uma única estrela, no centro da nebulosa.
A estrutura de camadas parecida com uma cebola da nuvem de gás mais difusa ao redor do casulo central é gerada pelas explosões periódicas de material que está sendo ejetado da estrela moribunda. As explosões ocorrem normalmente a cada algumas centenas de anos.
Essa imagem é produzida a partir de exposições feitas no comprimento de luz visível e infravermelha usando para isso a Wide Field Camera 3 do Hubble.
Fonte:
http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2235.html
Uma Nova Visão da Nebulosa da Tarântula
Para celebrar o seu aniversário de 22 anos em órbita, o Telescópio Espacial Hubble lançou uma nova imagem da região de formação de estrelas conhecida como 30 Doradus, também conhecida como Nebulosa da Tarântula já que seus filamentos brilhantes lembram as pernas de uma aranha. Uma nova imagem obtida com os chamados três grandes observatórios da NASA, o Chandra, o Hubble e o Spitzer também foi criada para marcar o evento.
A nebulosa está localizada na galáxia vizinha da Via Láctea chamada Grande Nuvem de Magalhães, e é uma das maiores regiões de formação de estrelas localizadas perto da Via Láctea. No centro da 30 Doradus, milhares de estrelas massivas estão emitindo material e produzindo intensa radiação juntamente com ventos poderosos. O Observatório de Raios-X Chandra detectou gás que tem sido aquecido a milhões de graus por esses ventos estelares e também por explosões de supernovas. Esses raios-X, coloridos em azul nessa imagem composta veem de ondas de choque formadas pela atividade estelar de alta energia.
Os dados do Hubble na imagem acima são coloridos em verde e revelam a luz dessas estrelas massivas junto com os diferentes estágios do nascimento de estrelas incluindo estrelas embriônicas com poucos milhares de anos de vida e ainda empacotadas nos casulos de gás escuro. As emissões infravermelhas registradas pelo Spitzer, podem ser vistas em vermelho e mostram o gás mais frio e a poeira que que possui gigantescas bolhas escavadas. Essas bolhas são esculpidas pela mesma radiação e fortes ventos vindos de estrelas massivas localizadas no centro da 30 Doradus.
Fonte:
http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2231.html
Imagem do Hubble Mostra Bolhas Evaporando na Nebulosa da Carina
Não elas não estão vivendo, mas elas estão morrendo. As bolhas pouco comuns encontradas na Nebulosa da Carina, algumas delas vistas flutuando na parte superior direita podem ser mais bem descritas como se estivessem evaporando. Radiação energética e ventos de estrelas próximas estão destruindo os grãos de poeira escuros que fazem com que essas formas icônicas fiquem opacas. Ironicamente, as bolhas, conhecidas como nuvens escuras moleculares, frequentemente criam em seus interiores as estrelas que mais tarde serão destruídas por eles mesmos. As montanhas flutuantes no espaço mostradas acima nessa imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble se espalha por alguns meses-luz. A Grande Nebulosa da Carina por si só espalha por aproximadamente 30 anos-luz, e localiza-se a aproximadamente 7500 anos-luz de distância, e pode ser vista através de pequenos telescópios quando apontados na direção da constelação da Quilha (Carina).
Fonte:
As Nebulosas Trífida e da Lagoa
A imagem acima mostra a Nebulosa da Lagoa, M8, à esquerda e a Nebulosa Trífida, M20, à direita e foi registrada desde Table Mountain no estado norte-americano de Washington na noite de 26 de Junho de 2011. Essas impressionantes nebulosas de emissão são regiões de formação de estrelas muito ativas na Via Láctea. Ambos os objetos Messier mostrados acima estão localizados em Sagittarius e estão a aproximadamente 5000 anos-luz de distância. Com um descente par de binóculos você pode ver ambos os objetos, como pedaços iluminados apagados e sem cor.
Fonte:
http://epod.usra.edu/blog/2012/04/lagoon-and-trifid-nebulas.html
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