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Posts Tagged ‘Telescópios’

O VLT em Ação

quarta-feira, maio 16, 2012 posted by sacani

A foto acima foi feita desde a plataforma do VLT, o Very Large Telescope do ESO olhando para norte-noroeste durante o crepúsculo, nessa imagem, os quatro Unit Telescopes, ou UTs, de 8.2 metros de diâmetro como são conhecidos, podem ser vistos. Da esquerda para a direita temos o Antu, o Kueyen, o Melipal e o Yepun, os nomes em Mapuche para os gigantes telescópios do VLT. Em frente aos UTs estão os quatro Auxiliary Telescopes (ATs) de 18 metros de diâmetro, que são inteiramente dedicados para a interferomentria, uma técnica de observação que permite aos astrônomos observarem detalhes até 25 vezes mais finos do que quando observam um mesmo objeto com somente um telescópio.

Fonte:

http://www.space.com/15717-vlt-action.html

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Preparando o VLT Para Imagens Ainda Mais Nítidas

terça-feira, maio 15, 2012 posted by sacani

Esta fotografia mostra um dos telescópios que compõem o Very Large Telescope (VLT), o telescópio 4 (UT4, sigla do inglês), enquanto esteve recentemente nas mãos dos engenheiros do ESO. O telescópio foi rodeado por uma série de andaimes temporários, que faziam parte das preparações para a instalação da nova Infraestrutura de Óptica Adaptativa (AOF, sigla do inglês). Este processo vai converter o UT4 num telescópio completamente adaptativo. A AOF corrigirá os efeitos de imagens difusas e indefinidas devido à atmosfera terrestre e permitirá a obtenção de imagens muito mais nítidas por parte dos instrumentos HAWK-I e MUSE.

Estão a ser acrescentados ao UT4 muitos componentes novos que fazem parte da AOF. Entre eles encontra-se o espelho secundário deformável (DSM, sigla do inglês): um espelho muito fino, com 1,1 metros de diâmetro mas apenas 2 milímetros de espessura. O espelho é suficientemente fino para se deformar facilmente sob a ação de mais de mil atuadores, mais de mil vezes por segundo, de modo a contrabalançar as distorções devidas à atmosfera. O DSM é o maior espelho adaptativo construído até o momento (ann12015). Outro elemento vital é a Infraestrutura de Estrela Guia Laser 4 (4LGSF) – composta por quatro telescópios especiais que disparam raios laser para a alta atmosfera, criando assim estrelas artificiais [1] (ann12012). Finalmente, os módulos de óptica adaptativa GRAAL e GALACSI serão responsáveis por analisar a radiação que nos chega de volta das estrelas guia laser.

Esta fotografia mostra um engenheiro do ESO supervisionando o trabalho que está a ser executado no UT4. Para permitir um completo acesso ao telescópio, a célula do espelho primário foi temporariamente removida. Foram igualmente removidos vários cabos e tubos , tendo sido instalados outros novos. Correias de montagem foram adicionadas em preparação para a instalação dos gabinetes de eletrónica do 4LGSF e dos telescópios de lançamento.

Notas

[1] Os raios laser excitam uma camada de átomos de sódio a uma altitude de 90 quilômetros na atmosfera, fazendo com que estes brilhem como estrelas artificiais. 

Crédito:

ESO

Fonte:

http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1220a/

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Três Telescópios Muito Diferentes em La Silla

segunda-feira, maio 7, 2012 posted by sacani

Esta fotografia, tirada em 1975, mostra alguns dos caminhões e outro equipamento utilizados na construção da cúpula do telescópio de 3,6 metros do ESO, o qual estava sendo construído num local atrás do fotógrafo. À esquerda podemos ver os tanques de água que abastecem o local. Esta é a imagem histórica da Foto da Semana "Ontem e Hoje", Três telescópios muito diferentes em La Silla. Crédito: ESO

O ESO faz 50 anos este ano e, para celebrar esta importante data, mostramos momentos do nosso passado. Uma vez por mês, durante todo o ano de 2012, publicamos uma Foto da Semana especial de comparação “Ontem e Hoje”, onde mostramos como é que as coisas mudaram ao longo das décadas nos observatórios de La Silla e Paranal, nos escritórios do ESO em Santiago do Chile e na Sede do ESO em Garching bei München, Alemanha.

Estas duas fotografias foram tiradas do pico mais alto de La Silla, uma montanha a uma altitude de 2400 metros, na periferia do deserto do Atacama, no Chile. La Silla foi o local do primeiro observatório do ESO. A fotografia histórica (acima), tirada em 1975, mostra alguns dos caminhões e outros equipamentos utilizados na construção da cúpula do telescópio de 3,6 metros do ESO, o qual estava sendo construído num local atrás do fotógrafo. À esquerda podemos ver os tanques de água que abastecem o local.

Na fotografia atual (mostrada abaixo), aparecem três novos telescópios, todos muito diferentes uns dos outros. À direita dos tanques de água situa-se o New Technology Telescope do ESO (NTT), que começou a operar a 23 de Março de 1989. Este telescópio de 3,58 metros foi o primeiro a possuir um espelho primário controlado por computador, que ajustava a forma do espelho durante as observações de modo a otimizar a qualidade de imagem. A cúpula octogonal que alberga o NTT demonstrou igualmente um considerável avanço na tecnologia, sendo ventilada por um sistemas de aberturas que permite ao ar fluir de modo constante e suave em volta do espelho, reduzindo assim a turbulência e permitindo a obtenção de imagens mais nítidas.

Nesta fotografia aparecem três novos telescópios, todos muito diferentes uns dos outros. À direita dos tanques de água situa-se o New Technology Telescope do ESO (NTT), que começou a a operar a 23 de Março de 1989. Este telescópio de 3,58 metros foi o primeiro a possuir um espelho primário controlado por computador, que ajustava a forma do espelho durante as observações de modo a otimizar a qualidade de imagem. A cúpula octogonal que abriga o NTT demonstrou igualmente um considerável avanço na tecnologia, sendo ventilada por um sistemas de aberturas que permite ao ar fluir de modo constante e suave em volta do espelho, reduzindo assim a turbulência e permitindo a obtenção de imagens mais nítidas. À direita do NTT encontra-se o Telescópio Suíço de 1,2 metros Leonhard Euler, que apresenta uma cúpula mais tradicional. É operado pelo Observatório de Genebra, da Universidade de Genebra, Suíça, e começou a operar a 12 de Abril de 1998. É utilizado para procurar exoplanetas no céu austral; tendo a sua primeira descoberta sido um planeta em órbita da estrela Gliese 86 (ver eso9855). O telescópio observa também estrelas variáveis, explosões de raios gama e núcleos activos de galáxias. Em primeiro plano à direita encontra-se um edifício apelidado de sarcófago, que abriga o telescópio TAROT (sigla do francês para Télescope à Action Rapide pour les Objets Transitoires), que começou a operar em La Silla a 15 de Setembro de 2006. Esta é a imagem atual da Foto da Semana "Ontem e Hoje", Três telescópios muito diferentes em La Silla. Crédito: ESO

À direita do NTT encontra-se o Telescópio Suíço de 1,2 metros Leonhard Euler, que apresenta uma cúpula mais tradicional. É operado pelo Observatório de Genebra, da Universidade de Genebra, Suíça, e começou a operar a 12 de Abril de 1998. É utilizado para procurar exoplanetas no céu austral; tendo a sua primeira descoberta sido um planeta em órbita da estrela Gliese 86 (ver eso9855). O telescópio observa também estrelas variáveis, explosões de raios gama e núcleos ativos de galáxias.

Em primeiro plano à direita encontra-se um edifício apelidado de sarcófago, o qual abriga o telescópio TAROT (sigla do francês para Télescope à Action Rapide pour les Objets Transitoires), que começou a operar em La Silla a 15 de Setembro de 2006. Este telescópio robótico relativamente pequeno, com apenas 25 centímetros, e extremamente rápido, reage muito depressa a alertas vindos de satélites sobre explosões de raios gama, podendo assim detectar as posições destes eventos extremamente rápidos. A observação destas explosões cósmicas é importante, possibilitando o estudo da formação de buracos negros e da evolução de estrelas no Universo primordial. O TAROT é operado por um consórcio liderado por Michel Boër do Observatoire de Haute Provence, em França.

O NTT é operado pelo ESO, enquanto que o Telescópio Leonhard Euler e o TAROT fazem parte dos projetos nacionais albergados em La Silla. Ainda hoje, 40 anos depois da sua inauguração, La Silla permanece na linha da frente da astronomia.

Esta é a comparação lado a lado das imagens histórica e atual da Foto da Semana "Ontem e Hoje", Três telescópios muito diferentes em La Silla. Crédito: ESO

Fonte:

http://www.eso.org/public/brazil/images/comparisons/potw1219a/

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Imagem Detalhada da Galáxia M106

quinta-feira, maio 3, 2012 posted by sacani

Perto do Grande Urso (Ursa Major) e circundada pelas estrelas dos cães de caça (Canes Venatici), foi descoberta em 1781 pelo astrônomo métrico francês Pierre Mechain essa maravilha celeste. Mais tarde ela foi adicionada ao catálogo de seu amigo e colega Charles Messier como sendo o objeto de número 106, recebendo o codinome de M106. Imagens feitas por telescópios modernos revelam que esse objeto é na verdade uma das chamadas ilhas do universo: uma galáxia espiral que tem aproximadamente 30000 anos-luz de diâmetro e localiza-se a aproximadamente 21 milhões de anos-luz além das estrelas da nossa Via Láctea. Juntamente com proeminentes linhas de poeira e um brilhante núcleo central, essa imagem composta e colorida destaca a juventude dos aglomerados azuis de estrelas e os berçários estelares avermelhados que traçam os braços espirais da galáxia. O retrato de alta resolução da galáxia é na verdade um mosaico gerado com imagens do telescópio espacial Hubble, dados esses obtidos por meio da câmera ACS, juntamente com imagens coloridas obtidas por telescópios em Terra. A M106, também chamada de NGC 4258 é um exemplo próximo de uma classe de galáxias ativas conhecidas como galáxias Seyfert, e que são visíveis no espectro desde as ondas de rádio até os raios-X. Galáxias ativas energéticas usam como combustível a matéria que cai dentro do seu buraco negro central.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap120503.html

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Testando o Telescópio Espacial James Webb

quarta-feira, maio 2, 2012 posted by sacani

Alguns itens críticos relacionados ao telescópio da próxima geração da NASA, o James Webb Space Telescope está atualmente passando por alguns testes na câmera de teste térmica a vácuo localizada no Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Md.

A imagem acima mostra o Optical Telescope Element Simulator, ou OSIM, dobrado numa cobertura prateada na plataforma, sendo abaixado dentro da câmera de vácuo do Space Environment Simulator por meio de um guindaste para ser testado nas condições adversas de temperaturas extremamente frias do espaço.

Fonte:

http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2237.html

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Sol, Lua e Telescópios Sobre o Deserto

terça-feira, maio 1, 2012 posted by sacani

A beleza etérea do deserto do Atacama no Chile, local onde está instalado o Very Large Telescope do ESO (VLT), estende-se neste panorama até ao horizonte. Os quatro grandes telescópios do VLT, cada um com um espelho de 8,2 metros de diâmetro, situam-se no Cerro Paranal, o pico mais alto que se vê no centro da imagem. O telescópio de rastreio VISTA encontra-se no pico situado à esquerda do Cerro Paranal. Este telescópio de 4,1 metros mapeia grandes zonas do céu, procurando alvos interessantes que o VLT e outros telescópios, tanto no solo como no espaço, estudarão em grande detalhe.

Esta região oferece algumas das melhores condições de observação do céu noturno de todo o planeta. À direita deste panorama de 360 graus, o Sol está se pondo sobre o Oceano Pacífico, lançando grandes sombras na paisagem. À esquerda, a Lua brilha no céu. Dentro de pouco tempo, começarão as observações noturnas.

Este magnífico panorama foi criado por Serge Brunier, um Embaixador Fotográfico do ESO. Esta é uma das muitas imagens que capturam os observatórios do ESO, os locais onde se encontram instalados e o esplendor dos céus por cima deles.

Fonte:

http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1218a/

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Três Telescópios Auxiliares do ESO

sábado, abril 21, 2012 posted by sacani

Apesar de suas semelhanças com o robô R2D2, esses três instrumentos mostrados na imagem acima não são androides. Essas instalações na realidade abrigam os chamados Telescópios Auxiliares de 1.8 metros localizados no Observatório do Paranal na região do Deserto de Atacama no Chile. Os chamados ATs são desenhados para serem usados na técnica de interferometria juntamente com os Telescope Units do Very Large Telescope de 8 metros. Quatro ATs estão operacionais, cada um deles acoplados a um transportador que movimenta o telescópio ao longo de um trilho permitindo diferentes configurações com os grandes Telescope Units. Para trabalhar como um interferômetro, a luz de cada telescópio é levada para um ponto focal comum por meio de um sistema de espelhos localizados em túneis subterrâneos. Acima dos ATs na imagem acima é possível ver também as galáxias satélites da Via Láctea Pequena e Grande Nuvem de Magalhães. Nos céus claros e escuros do sul, o brilho atmosférico do ar da Terra esverdeado pode ser visto ao longo do horizonte.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap120421.html

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M57: A Nebulosa do Anel

sexta-feira, abril 20, 2012 posted by sacani

Exceto pelos anéis de Saturno, a Nebulosa do Anel, também conhecida como M57 é provavelmente o mais famoso objeto celeste com esse tipo de estrutura. Sua clássica aparência é entendida como sendo devido à nossa perspectiva, ou seja, nós na Terra, estamos olhando diretamente para o centro de uma nuvem de gás brilhante em forma de barril. Mas estruturas expansivas podem também serem vistas além da região central da Nebulosa do Anel nessa intrigante imagem composta com dados do Telescópio Espacial Hubble e do Telescópio Subaru. Logicamente que nesse muito bem estudado exemplo de uma nebulosa planetária, o material brilhante que observamos nada tem a ver com planetas. Ao invés disso o escudo de gás representa as camadas externas expelidas por uma estrela moribunda, que em algum momento de sua vida foi parecida com o Sol e que se localiza no centro da nebulosa. A intensa radiação ultravioleta emitida da quente estrela central, ioniza os átomos no gás. Os átomos de oxigênio ionizados produzem o característico brilho esverdeado e o hidrogênio ionizado se apresenta como a proeminente emissão avermelhada. O anel central da Nebulosa do Anel tem aproximadamente um ano-luz de diâmetro e está localizado a 2000 anos-luz de distância da Terra. Para observar essa bela nebulosa planetária mire seu instrumento para a constelação do céu do norte, de Lyra.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap120420.html

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APEX de Sentinela no Chajnantor

segunda-feira, abril 16, 2012 posted by sacani

O telescópio Atacama Pathfinder Experiment (APEX) perscruta o céu do Chajnantor durante uma noite iluminada pelo lunar, num dos locais mais altos e secos do planeta onde está instalado um observatório. Tesouros astronômicos enchem o céu por cima do telescópio, testemunhando as excelentes condições de observação que nos oferece esta região do deserto do Atacama, no Chile.

À esquerda brilham as estrelas que compõem a cauda da constelação do Escorpião. O “ferrão” do escorpião está representado pelas duas estrelas brilhantes que se encontram particularmente próximas uma da outra. Ao longo de todo o céu, podemos observar o plano da Via Láctea, que se parece com uma banda de nuvens brilhando tenuamente.

Entre o Escorpião e a constelação seguinte à direita (Sagitário), que está por cima da antena do APEX, podemos ver claramente um brilhante aglomerado de estrelas. Trata-se do aglomerado aberto Messier 7, também conhecido como aglomerado de Ptolomeu. Por baixo de Messier 7 e ligeiramente à direita encontramos o aglomerado da Borboleta, Messier 6. Ainda mais à direita, acima da borda da antena, está uma nuvem difusa mais parecida com um borrão brilhante. É a famosa Nebulosa da Lagoa (ver eso0936para uma imagem mais detalhada).

Com uma antena de 12 metros de diâmetro, o APEX é o maior telescópio submilimétrico de antena simples a operar no hemisfério Sul. Tal como o nome do telescópio sugere, este instrumento está abrindo caminho para o maior observatório submilimétrico do mundo, o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), que estará completo em 2013 (eso1137). O APEX partilhará o espaço com as 66 antenas do ALMA no planalto do Chajnantor, situado a 5000 metros de altitude, no Chile. O telescópio APEX baseia-se numa antena protótipo construída para o projeto ALMA, e encontrará muitos alvos que o ALMA poderá depois estudar com grande detalhe

O Embaixador Fotográfico do ESO Babak Tafreshi fez este panorama utilizando uma lente telefoto. O Babak é também fundador doThe World At Night, um programa para criar e exibir uma coleção de fotografias e vídeos extraordinários dos locais do mundo mais bonitos e históricos contra um fundo de estrelas, planetas e eventos celestes.

Fonte:

http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1216a/

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A Nebulosa da Águia Fotografada no Observatório Kit Peak

segunda-feira, abril 16, 2012 posted by sacani

De longe a coisa toda se parece com uma águia. Já uma olhada mais detalhada na Nebulosa da Águia, mostra, a região brilhante que é na verdade uma janela no centro de uma concha maior e escura de poeira. Através dessa janela, aparece uma brilhante região onde um completo aglomerado aberto de estrelas está sendo formado. Nessa cavidade altos pilares e glóbulos arredondados de poeira escura e gás molecular frio permanecem onde as estrelas ainda estão se formando. Já visíveis na imagem acima estão algumas estrelas azuis brilhantes cujas luz e os ventos estão queimando material e empurrando de volta os filamentos remanescentes e as paredes de gás e poeira. A Nebulosa de Emissão da Águia, conhecida como M16, localiza-se a aproximadamente 6500 anos-luz de distância se espalhando por 20 anos-luz e é visível com binóculos quando são apontados para a constelação da Serpent,a Serpente. Essa imagem combina emissões de três cores específicas e foi feita com o telescópio de 0.9 metros do Observatório de Kit Peak no Arizona, EUA.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap120416.html

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